Conheci Rui Boaventura em tempos recentes, em colóquios e conferências. Destacava-se como um personalidade sempre amável e educada, animado pela vontade de investigar, partilhando os resultados do seu trabalho. Mesmo já doente, enfrentava o futuro com determinação.
A morte de uma pessoa nova e que ainda teria muitos anos para usufruir da vida e contribuir para sociedade é terrível, injusta.
Registo, assim, o meu pesar e a minha solidariedade com todos os seus próximos, familiares ou colegas de investigação.
Francisco Sande Lemos