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côa, A ARTE DA LUZ
MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO//LISBOA EXPOSIÇÃO DEZEMBRO.2016//FEVEREIRO.2017 www.museuarqueologicodocarmo.pt www.arte-coa.pt O Presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses, o Conselho de Administração da Fundação Côa Parque e o Director do Parque Arqueológico e Museu do Côa têm o prazer de convidar V.Exa. para a inauguração da exposição "Côa, a arte da luz" que terá lugar no próximo
dia 2 de Dezembro de 2016, pelas 18H00. Segue-se um Porto de Honra. A ASSOCIAÇÃO DOS ARQUEÓLOGOS PORTUGUESES E A ARTE RUPESTRE DO VALE DO CÔA Assinalando-se no próximo dia 2 de Dezembro o 18º aniversário da classificação da Arte Rupestre Paleolítica do Vale do Côa como Património Mundial pela UNESCO, a Direção da Associação dos Arqueólogos Portugueses, uma das instituições que, há cerca de vinte anos, liderou a campanha a favor da sua salvaguarda, em colaboração com a Fundação Côa Parque, decidiu promover a realização no Museu Arqueológico do Carmo de uma exposição documental que tem por objectivo sensibilizar os numerosos visitantes nacionais e estrangeiros deste museu para a importância excepcional deste património. Procura-se, assim, estabelecer uma “ponte” entre Lisboa e Foz Côa, como forma de estreitar os 400km que separam o mais antigo e o mais recente museu arqueológico do país, e levar o público em geral a visitar o Museu e o Parque Arqueológico do Vale do Côa, e a descobrir as mais antigas manifestações artísticas ao ar livre que se conhecem na Península Ibérica, algumas das quais têm mais de 22.000 anos, bem como o seu enquadramento paisagístico. Com efeito, estas gravuras localizam-se numa zona de grande beleza natural que, embora tenha sofrido profundas alterações desde os tempos paleolíticos, constitui hoje um microclima de características mediterrânicas, onde se produzem alguns dos melhores vinhos da região duriense, bem como outros produtos de grande qualidade, como o azeite, o figo e a amêndoa. Os vários núcleos de gravuras, devido à sua localização, só poderão ser visitados por pequenos grupos, em viaturas de todo o terreno, com guia e marcação prévia. Porém, o Museu do Côa está aberto todo o ano, proporcionando uma excelente introdução à Arte Rupestre Pré-Histórica, muito apoiada em meios audiovisuais, para quem não disponha da possibilidade de visitar nenhum dos núcleos de gravuras. José Morais Arnaud (Presidente da Direcção da Associação dos Arqueólogos Portugueses) |
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