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[Archport] Convite Exposição Gravuras do Coa

Subject :   [Archport] Convite Exposição Gravuras do Coa
From :   José Morais Arnaud <direccao@arqueologos.pt>
Date :   Wed, 30 Nov 2016 18:07:41 +0000

côa,

A ARTE DA LUZ MUSEU ARQUEOLÓGICO

DO CARMO//LISBOA

EXPOSIÇÃO

DEZEMBRO.2016//FEVEREIRO.2017

www.museuarqueologicodocarmo.pt

www.arte-coa.pt

O Presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses, o

Conselho de Administração da Fundação Côa Parque e o

Director do Parque Arqueológico e Museu do Côa têm o prazer

de convidar V.Exa. para a inauguração da exposição "Côa, a

arte da luz" que terá lugar no próximo dia 2 de Dezembro de

2016, pelas 18H00.

Segue-se um Porto de Honra.

 

A ASSOCIAÇÃO DOS ARQUEÓLOGOS PORTUGUESES E A ARTE RUPESTRE

DO VALE DO CÔA

Assinalando-se no próximo dia 2 de Dezembro o 18º aniversário da classificação da Arte Rupestre Paleolítica do Vale do Côa

como Património Mundial pela UNESCO, a Direção da Associação dos Arqueólogos Portugueses, uma das instituições que, há

cerca de vinte anos, liderou a campanha a favor da sua salvaguarda, em colaboração com a Fundação Côa Parque,

decidiu promover a realização no Museu Arqueológico do Carmo de uma exposição documental que tem por objectivo

sensibilizar os numerosos visitantes nacionais e estrangeiros deste museu para a importância excepcional deste património.

Procura-se, assim, estabelecer uma “ponte” entre Lisboa e Foz Côa, como forma de estreitar os 400km que separam o mais

antigo e o mais recente museu arqueológico do país, e levar o público em geral a visitar o Museu e o Parque Arqueológico do

Vale do Côa, e a descobrir as mais antigas manifestações artísticas ao ar livre que se conhecem na Península Ibérica, algumas

das quais têm mais de 22.000 anos, bem como o seu enquadramento paisagístico.

Com efeito, estas gravuras localizam-se numa zona de grande beleza natural que, embora tenha sofrido profundas alterações

desde os tempos paleolíticos, constitui hoje um microclima de características mediterrânicas, onde se produzem alguns dos

melhores vinhos da região duriense, bem como outros produtos de grande qualidade, como o azeite, o figo e a amêndoa.

Os vários núcleos de gravuras, devido à sua localização, só poderão ser visitados por pequenos grupos, em viaturas de todo o

terreno, com guia e marcação prévia. Porém, o Museu do Côa está aberto todo o ano, proporcionando uma excelente

introdução à Arte Rupestre Pré-Histórica, muito apoiada em meios audiovisuais, para quem não disponha da possibilidade de

visitar nenhum dos núcleos de gravuras.

José Morais Arnaud

(Presidente da Direcção da Associação dos Arqueólogos Portugueses)


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