Lista archport

Mensagem

[Archport] A Peça do Mès no Museu Nacional de Arqueologia, já no próximo Sábado, pelas 15:30

To :   Archport <archport@ci.uc.pt>
Subject :   [Archport] A Peça do Mès no Museu Nacional de Arqueologia, já no próximo Sábado, pelas 15:30
From :   Filomena Barata <barata.filomena@gmail.com>
Date :   Thu, 19 Jan 2017 06:35:41 -1200

A PEÇA DO MÊS

MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA

 

O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) possui um acervo de muitos milhares, na verdade centenas de milhares, de objetos. Provêm eles de intervenções arqueológicas programadas ou de achados fortuitos, mas também de aquisições. As peças foram incorporadas por iniciativa do próprio Museu ou por depósito e doação de investigadores e colecionadores. Às coleções portuguesas acrescentam-se ainda as estrangeiras, igualmente de períodos e regiões muito diversificadas. Todos os períodos cronológicos e culturais, desde a mais remota Pré-História até épocas recentes, relevando-se, neste caso, as peças etnográficas, estão representados no MNA.O MNA é ainda o museu português que possui no seu acervo a maior quantidade de bens culturais classificados como “tesouros nacionais”. Existe, pois, motivo constante para a redescoberta das coleções do Museu Nacional de Arqueologia e é esse o sentido da evocação que fazemos, em cada mês que passa, em diálogo com o diferente tipo de atividades que o mesmo desenvolve.

 

O voto anual dos Amaienses

 

Peça do mês de janeiro

Sábado, dia 21 de janeiro, às 15h30

A apresentar por Professor Doutor José d’ Encarnação

Ara expressando um voto anual a Cláudio.jpg

 

© Arquivo de Documentação Fotográfica, DGPC. MNA

 

 

          No que tem sido considerado o seu testamento político (as Res Gestae), Augusto referiu o hábito de lhe ser prestado juramento de fidelidade no dia do aniversário da sua tomada de posse.

          O chamado juramento dos Aricienses (IRCP 647) pode ser considerado exemplo do conteúdo típico dessa proclamação de fidelidade ao poder central. No entanto, IRCP 615 testemunha imorredoiramente na pedra que os habitantes de Ammaia (S. Salvador de Aramenha, Marvão) cumpriam com rigor esse ritual.

          Datada do ano 44, a epígrafe é dedicada ao imperador Cláudio, na presença do governador provincial, pela civitas Ammaiensis, aqui representada por dois dos seus magistrados que se identificam à maneira indígena.

          A análise da inscrição vai permitir-nos repensar o seu real significado político, detendo-nos, por outro lado, no conteúdo ideológico que subjaz a cada um dos títulos imperiais.

 

            Poderá visitar esta peça na exposição «Religiões da Lusitânia», no Museu Nacional de Arqueologia.

 

 

 


Mensagem anterior por data: [Archport] Programa de rádio Encontros com o Património 21 de janeiro TSF Próxima mensagem por data: [Archport] Fwd: Encontro "Árvores, Barcos e Homens na Península Ibérica (séculos XVI-XVIII)"
Mensagem anterior por assunto: [Archport] ANTIGA AMAZÔNIA PRESENTE / 2015, Silvio Luiz Cordeiro – com a presença do realizador / Auditório Soror Mariana, Évora, 27.11.2017 - 21h 30m Próxima mensagem por assunto: [Archport] Appel à communication au 2eme congrés international: Le capital humain et le Marketing territorial, vecteurs du développement durable dans les oasis et les zones de montagnes