Caros Amigos
Parece-me que temos um longo caminho pela frente. Sempre defendi que o CNANS não devia operar, a não ser na fiscalização,tal como o IPA, não se envolvendo directamente em trabalhos. Também penso que os grupos de amadores, desde que bem enquadrados por arqueólogos podem fazer um excelente trabalho, suprindo a falta de equipas à altura dos desafios que a riqueza patrimonial das águas portuguesas oferece. No Congresso de Arqueologia Peninsular que teve lugar em Faro, em 2004, falei nisso. Mas nessa época ainda tinha algumas ilusões...
Cordialmente
Vasco Gil Mantas
Universidade de Coimbra
Academia de Marinha