Caros Raramente intervenho neste fórum, mas acho que seria difícil deixar passar estas afirmações. Portanto ao (Dr.) Alexandre, Se está a falar de um concurso ganho justamente por uma certa senhora, que devida a uma reclamação sua, foi anulado e não devido à DGPC como indicado. Mais ainda cuja suposta ilegalidade, na minha opinião, advém, o que aparentemente pode ser considerado como um concurso por encomenda, cujo o provável vencedor, conseguiu a proeza (incompetência), se não me falha a memória, de ficar em terceiro. Uma anulação que deixou um elemento competente, sabedor e bastante conhecedor e valioso da comunidade arqueológica numa situação profissional bastante difícil. Presumo que deverá inundar os seus diversos e muitos canais de email contra a minha humilde pessoa, e quiçá apresentar reclamação a altas instancias da nossa comunidade. Porém. recordo-lhe que, se a consciência não lhe pesa, os mortos, têm, ainda, quem fale por eles. Ou não seja eu arqueólogo. Cumprimentos Tiago Miguel Fraga De: Alexandre Monteiro Que fazer? Esperar que o Estado de Direito cumpra para com as suas obrigações legais. Não as cumprindo, comunicar a ilegalidade da actuação dos órgãos da administração pública (ou seja, apontando os nomes dos responsáveis políticos, ministro, secretário de Estado e directora da DGPC) ao Provedor de Justiça, com conhecimento à Unesco (a "de França", não a "nossa"que ainda não consegui perceber se é inoperante, negligente ou actua com dolo). Exigir que o a tutela contrate arqueólogos subaquáticos, gente que tenha prospectado, localizado e escavado sítios submersos no terreno e não nas revistas - a avaliação curricular do modelo do último concurso (o tal anulado pela DGPC depois ter o Tribunal Admnistrativo lhe ter apontado várias ilegalidades) parece-me o caminho a seguir Exigir que o CNANS fiscalize, inspeccione, verifique achados, actualize a carta arqueologica - e nada mais. Se estamos onde estamos, foi também porque o CNANS se meteu a fazer investigação e a ir "a todas" - depois, quando a maré baixou, é que se percebeu que estavam todos a nadar nus. -- Alexandre Monteiro Instituto de Arqueologia e Paleociências FCSH - Universidade Nova de Lisboa Av. Berna 26C 1069-061 Lisboa Portugal almonteiro@fcsh.unl.pt ICOMOS - Portugal Academia de Marinha Instituto de História Contemporânea Co-gestor ITN Marie Curie ForSEADiscovery Projecto H2020 iMARECULTURE University of Western Australia Honorary Associate Researcher Em 29 de maio de 2017 12:59, vasco mantas <vsmantas@gmail.com> escreveu: > Caros Amigos > > Afinal, o "Portugal Real", de realidade, não de Realeza, parece que > persiste. > Que fazer? > > Cordialmente > Vasco Gil Mantas > > > > _______________________________________________ > Archport mailing list > Archport@ci.uc.pt > http://ml.ci.uc.pt/mailman/listinfo/archport > _______________________________________________ Archport mailing list Archport@ci.uc.pt http://ml.ci.uc.pt/mailman/listinfo/archport |
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