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Dear player,
Thank you very much for contacting us by mail. As the language or region of your email can’t be automatically identified, we have to manually sort through each and every issue then send these on to the relevant GM.
- If you are able to log in to the game, we recommend you send a message to us in-game via Settings-Account-Help.
- If you can’t find your account, usually it means you’re using the wrong login method or server. Please confirm you’re using the same login method as before and have selected the correct server.
Please note that even if have bound to your Facebook or Google account, if you are using "Sign In" to login, please login exactly as previously since data is not exchanged between the three different login methods.
Please leave your correct server and character name (if you’re using any special symbols in your name, please ensure you’re continuing to do so) and we’ll check your login method as soon as possible for you to.
Thanks for your support and cooperation!
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### Do not reply below this line ###
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Goddess: Primal Chaos
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June 26, 2017, 22:08 +0000
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Dear player, Thank you very much for contacting us by mail. As the language or region of your email can’t be automatically identified, we have to manually sort through each and every issue then send these on to the relevant GM. - If you are able to log in to the game, we recommend you send a message to us in-game via Settings-Account-Help. - If you can’t find your account, usually it means you’re using the wrong login method or server. Please confirm you’re using the same login method as before and have selected the correct server. Please note that even if have bound to your Facebook or Google account, if you are using "Sign In" to login, please login exactly as previously since data is not exchanged between the three different login methods. Please leave your correct server and character name (if you’re using any special symbols in your name, please ensure you’re continuing to do so) and we’ll check your login method as soon as possible for you to. Thanks for your support and cooperation! |
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Goddess: Primal Chaos
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June 26, 2017, 22:08 +0000
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Hi, thanks for contacting Customer Service. This is an automated reply, hope to help you solve common problems. Please tell me your server and character's name. Manual service will contact you as soon as possible! Thank you very much for the support and patience.
If you have a problem with recharge, please leave us the necessary information. 1. the name of the character(IGN) 2. the server 3. the number of your order # via Google, we need the GPA.XXXX-XXXX-XXXX-XXXXX #via Apple, we need the number from the receipt and also a screenshot that you take from the Itunes of your computer. #other ways, please let us know the exact way of recharging and the number of it 4. the UID of this character (which you can see in the game, but if you cannot find it that will be fine ) We are really hope that we could help!
If you want to report a BUG, please try to tell us more details, such as related character names and servers. The most important is the exact time (better with hour and minute), so that we locate and check the problem more quickly. Thank you in advance. |
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Franklin Pereira
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June 26, 2017, 22:08 +0000
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[Archport] sobre o Aluguer de monumentos e museus
Sobre outro financiamento de museus, gostaria de referir o preço das imagens de peças dos museus nacionais: a minha cruz começou há quase 30 anos, primeiro como professor de cursos profissionais do IEFP - prometeram, fui de Braga a Lisboa, e nada consegui; só como bolseiro da F. Gulbenkian em 97-98 é que me foi permitido fotografar, mas não consegui que o Museu de Etnografia seguisse o doc da tutela: barrou-me realizar fotos... Não tenho muito tempo nem paciência para rever as histórias, que escrevi basicamente no texto "O proxenetismo cultural em Portugal: uma experiência directa"; saiu no jornal A Página da Educação, não vou agora precisar a data, mas creio que nos anos 90 iniciais. Quando estava a tratar das imagens para o meu livro "O couro lavrado no mobiliário artístico" (2000), Ed Lello, uma editora desonesta do Porto, o preço das imagens era de 100 €, e daí nenhuma que incluí pertencer ao então IPPC ou IPM ou DGCP. Na altura comprei imensas dos arquivos belgas - só guadamecis - por um preço decente e barato (creio que 100 €), e cadeiras lusitanas em NY, Offenbach, Londres, Fontainebleau, Vic/Barcelona, Brasil,... que publiquei no citado livro, em maioria oferecidas, e 81 dólares as compradas ao Metropolitan. Ano passado comprei 2 imagens de raros guadamecis clássicos ibéricos no PNAjuda por 35€ cada, mais IVa (já estão mais baratas!), que demoraram 18 meses a chegar (o fotógrafo do Arquivo museológico trabalha muiiito longe...) - uma exorbitância, segundo uma amiga londrina, mas desta vez teve de ser e ainda não as usei. Já não tenho idade para achar que é por bem ou sequer normal, mas apenas que é de propósito : mentes retrógradas e pobres querem manter o conhecimento fechado numa seita (vulgo corporação de interesses), que não faz/não sabe nem deixa investigar um património que é de todos e merece ser divulgado.
Franklin Pereira, gravador de couros, guadamecileiro e investigador do Artis-FLUL
From: Luís Raposo <3raposos@sapo.pt>
To: museum ; archport ; histport
Sent: Monday, 26 June 2017, 11:36
Subject: [Archport] Aluguer de monumentos e museus
Aluguer de monumentos e museus: Contam pouco nas receitas do património
Hoje no Publico, uma interessante reportagem, tanto pelo que revela como pelo que não revelando, descobre. Ou não será a informação de que o aluguer de espaços em monumentos e museus representa “apenas” 2,22% das receitas gerais arrecadadas nesses espaços pela DGPC uma inadvertida confissão da “economia informal” que neles existe? A dúvida é legítima. Por outro lado, importaria neste domínio ter análise mais fina, monumento a monumento, museu s a museu. Na mesma notícia, por exemplo, o director do Palácio Nacional da Ajuda, diz que a receita do aluguer de espaços “não é nada irrelevante”.
O aluguer de espaços, em si mesmo, não é criticável. Importa é saber “como” (condições de segurança, nomeadamente), “para quê” (adequação ao “espírito do lugar, nomeadamente) e com que consequências ele é feito, tendo em conta o normal serviço público dos monumentos e museus. Tão grave quanto alugar um monumento para promover actividades (“eventos”, diz-se agora) impróprias da dignidade do espaço ou potencialmente perigosas é, em meu entender, impedir ou dificultar a fruição pública do mesmo por parte dos visitantes, que deverão sempre constituir o centro de qualquer programação. Um exemplo apenas: Durante muito tempo ninguém pôde tirar uma fotografia da Torre de Belém sem levar também nela um colar de Ana Vasconcelos; não se tratou de “performance” pontual de um dia ou um fim-de-semana – o que em si já seria discutível, mas talvez aceitável. Não, tratou-se de pura e simplesmente desapossar muitas centenas de milhares de pessoas da possibilidade de verem e registarem o monumento em si mesmo – o que considero ser intolerável.
Aluguer de monumentos e museus: Contam pouco nas receitas do património
Hoje no Publico, uma interessante reportagem, tanto pelo que revela como pelo que não revelando, descobre. Ou não será a informação de que o aluguer de espaços em monumentos e museus representa “apenas” 2,22% das receitas gerais arrecadadas nesses espaços pela DGPC uma inadvertida confissão da “economia informal” que neles existe? A dúvida é legítima. Por outro lado, importaria neste domínio ter análise mais fina, monumento a monumento, museu s a museu. Na mesma notícia, por exemplo, o director do Palácio Nacional da Ajuda, diz que a receita do aluguer de espaços “não é nada irrelevante”.
O aluguer de espaços, em si mesmo, não é criticável. Importa é saber “como” (condições de segurança, nomeadamente), “para quê” (adequação ao “espírito do lugar, nomeadamente) e com que consequências ele é feito, tendo em conta o normal serviço público dos monumentos e museus. Tão grave quanto alugar um monumento para promover actividades (“eventos”, diz-se agora) impróprias da dignidade do espaço ou potencialmente perigosas é, em meu entender, impedir ou dificultar a fruição pública do mesmo por parte dos visitantes, que deverão sempre constituir o centro de qualquer programação. Um exemplo apenas: Durante muito tempo ninguém pôde tirar uma fotografia da Torre de Belém sem levar também nela um colar de Ana Vasconcelos; não se tratou de “performance” pontual de um dia ou um fim-de-semana – o que em si já seria discutível, mas talvez aceitável. Não, tratou-se de pura e simplesmente desapossar muitas centenas de milhares de pessoas da possibilidade de verem e registarem o monumento em si mesmo – o que considero ser intolerável.
https://www.publico.pt/2017/06/26/culturaipsilon/noticia/alugueres-ainda-contam-pouco-nas-receitas-do-patrimonio-1776881
"Tout va très bien", senhor ministro
No mesmo jornal e na mesma oportunidade, um texto de opinião meu, por convite da direcção do jornal, sobre "os casos" recentes do património cultural e dos museus,onde a questão dos alugueres também está referida.
https://www.publico.pt/2017/06/26/culturaipsilon/noticia/tout-va-tres-bien-senhor-ministro-1776854_______________________________________________
Archport mailing list
Archport@ci.uc.pt
http://ml.ci.uc.pt/mailman/listinfo/archport
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