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Transcrevo,
com a devida vénia, da edição de hoje de pportodosmuseus (fórum gerido por Patrícia
Remelgado), notícia colhida no DN: Intervenção no Templo Romano de Évora após identificação de
risco de queda de fragmentos
PATRIMÓNIO & MUSEUS 15/08/2017 O Templo Romano de Évora, construído há dois mil anos,
vai ser alvo de uma “intervenção urgente” de conservação, após ter
sido identificado “um risco iminente e muito alto” de queda de
fragmentos de pedra. Segundo a directora regional de Cultura do Alentejo,
Ana Paula Amendoeira, o risco de queda de fragmentos, “sobretudo ao nível
dos capitéis de mármore”, foi identificado numa monitorização ao
monumento realizada em Junho, tendo sido reconhecido “um dos fragmentos
que se despegou”. “A urgência de termos que intervir foi para
evitar, quer a perda irreversível de partes do monumento, quer algum acidente,
que, eventualmente, podia vir a ocorrer com o número de pessoas que diariamente
circulam” na zona, disse. As obras são promovidas pela Direção Regional de Cultura
do Alentejo (DRCAlen) em articulação com a Câmara de Évora, e arrancaram na
sexta-feira, com a montagem de andaimes e do estaleiro, devendo estar
concluídas dentro de quatro meses. (…) O Templo Romano de Évora, do século I depois de Cristo
(d.C.), único no país e um dos mais notáveis da Península Ibérica, é monumento
nacional e está abrangido pela classificação do centro histórico da cidade como
Património Mundial, pela Organização das Nações Unidas, para a Educação,
Ciência e Cultura (UNESCO). Fonte: DN |
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