Um livro sobre a «Arqueologia do sentir» assim descrito por Glória de
Sousa:
«Memórias vívidas,
sob a pele de um ser humano que através delas se nos vai desnudando, em força e
fragilidade, determinação e
inseguranças. Íntegra e firme nas suas raízes, Filomena
Barata envolve-nos neste seu modo peculiar de amar as palavras, de
interrogar-se, de interrogar e recriar o mundo, num traçado de horizontes
almejados, em diálogo permanente com o amor, a dor e a
beleza».