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MNA
Digital: Boletim n.º 38
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Portucalis"
Ana Laíns apresenta o seu 3.º álbum, "Portucalis",
dedicando integralmente o seu trabalho à Portugalidade que lhe define
a identidade há mais de 18 anos. Para esta ocasião convida Luís
Represas e Mafalda Arnauth.
Para reservas e venda de bilhetes contacte 939363864 ou analains.info@gmail.com.
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8 de novembro de 2017 a 4 de março de
2018, Palácio da Cidadela de Cascais
Exposição "Boa
viagem, Senhor Presidente! - de Lisboa até à Guerra"
O Museu da Presidência da República apresenta, no Palácio da Cidadela
de Cascais, esta exposição que pretende contar a história da
primeira viagem que um Presidente da República portuguesa realizou ao
estrangeiro, há 100 anos.
Em outubro de 1917, Bernardino Machado partiu da Estação do Rossio,
para uma viagem que durou dezoito dias. O Presidente foi recebido pelo
Rei Afonso XIII de Espanha, o Presidente Raymond Poincaré de França, o
Rei Jorge V de Inglaterra, Alberto I da Bélgica, e visitou os militares
do Corpo Expedicionário Português mobilizados na Primeira Guerra
Mundial.
Para a jovem República portuguesa este foi um momento importante para o
tão desejado reconhecimento internacional.
Esta exposição conta com alguns bens culturais pertencentes ao MNA,
museu que na sua criação teve como patrono político Bernardino Machado.
Esta ligação afetiva entre Bernardino Machado, o antigo professor da
disciplina de Antropologia Física da Universidade de Coimbra, e o museu
fruto do esforço do Dr. Leite de Vasconcelos, renova-se após a morte de
ambos no ato de entrega, em 1951, pela sua família ao Museu das
condecorações daquele Presidente da República.
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Biblioteca e Arquivo
Histórico do MNA
Em destaque
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Por ocasião da exposição "Boa viagem, Senhor
Presidente! - de Lisboa até à Guerra", a
ser apresentada pelo Museu da Presidência da República no Palácio
da Cidadela de Cascais, destacamos a carta que iniciou o procedimento
administrativo para a doação de um conjunto de condecorações
pertencentes a Bernardino Machado, pela sua família, através do seu
filho Domingos Luís Machado Guimarães.
A doação viria a concretizar-se em 21 de novembro de 1951, data do
recibo definitivo sendo que as insígnias haviam sido entregues no museu
a 7 de setembro do mesmo ano.
No ano seguinte, em 1952, as condecorações seriam expostas no Museu.
Encontram-se cedidas pelo MNA ao Museu da Presidência da República,
desde a sua abertura em 2004.
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Iberian
manuscripts conference", em 19 outubro 2017, na
Universidade Nova de Lisboa
O Museu Nacional de Arqueologia foi convidado a apresentar uma comunicação
no Encontro Iberian Manuscripts Conference,
em 19 outubro, na Universidade Nova de Lisboa. A comunicação que se
intitulou "Os manuscritos medievais na Biblioteca do Museu Nacional de
Arqueologia", ficou a cargo da bibliotecária, Lívia Cristina Coito.
A biblioteca do Museu, criada por decreto de 1901 tem um acervo muito
diversificado. José Leite de Vasconcelos, fundador do então Museu
Etnográfico Português, em 1893, tinha uma visão bastante abrangente do
Museu, recolhendo todo o tipo de material que lhe permitisse contar a
História do Homem Português. É neste contexto que adquire uma importante
coleção de manuscritos medievais. Esta coleção encontra-se já catalogada e
disponibilizada na base on-line.
O objetivo da comunicação foi uma divulgação mais alargada deste acervo
"improvável" existente na biblioteca do MNA.
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Defesa de tese de doutoramento
"Analytical strategies for the
identification and characterisation of the thin corrosion layers on ancient
gold artefacts"
Realizou-se no dia 3 de outubro de 2017, na Faculdade de Ciências da
Universidade de Lisboa, o ato público de defesa da tese de doutoramento de
Isabel Tissot. A tese, no ramo de Engenharia Física, tem por título "Analytical strategies for
the identification and characterisation of the thin corrosion layers on
ancient gold artefacts".
O júri internacional foi presidido pela Doutora Margarida Telo da Gama,
Professora Catedrática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e
composto pelos doutores Régis Bertholon (Unité de Recherche en
Conservation-Restauration da Haute École Spécialisée de Suisse Occidentale,
Suiça), Salvatore Siano (Senior Researcher, Istituto di Fisica Applicata
Nello Carrara do Consiglio Nazionale delle Ricerche, Itália), Maria
Filomena Guerra, orientadora, Directrice de Recherche, Institut de Chimie
do Centre National de la Recherche Scientifique - CNRS, França, João Filipe
Veloso, Professor Auxiliar com Agregação, Departamento de Física da
Universidade de Aveiro e Marta Lourenço, Investigadora Auxiliar, Museu de
História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa.
Aprovada com distinção e louvor, Isabel Tissot assume-se então como
especialista, investigadora e conservadora-restauradora, no domínio das
coleções museológicas de ouro e de prata. A coleção de ourivesaria arcaica
do Museu Nacional de Arqueologia constituiu a base do estudo em apreço, a
par da coleção Lalique, do Museu Calouste Gulbenkian. Assim, passaram ambas
a possuir um diagnóstico preciso das patologias identificadas, ponto de
partida para o futuro trabalho de conservação. Outra particularidade da
tese, destacada pelo júri, é o facto de a investigação ter sido
desenvolvido no âmbito empresarial, num projeto que contou com o apoio da
Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
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Visita de estudo ao Laboratório
de Conservação e Restauro do MNA
No dia 25 de outubro realizou-se, mais uma vez no Laboratório de
Conservação e Restauro do MNA, uma visita de estudo enquadrada no
programa curricular da disciplina de Materiais Arqueológicos, da
responsabilidade do Professor José Carlos Quaresma, para os alunos do 1.º
ano da licenciatura em Arqueologia da Faculdade de Ciências Sociais e
Humana da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/UNL).
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Esta visita, que se alargou a uma das exposições
patentes no museu "LOULÉ. Territórios, Memórias, Identidades",
com a colaboração da Dr.ª Filomena Barata, do Serviço de Informação e
Imagem, teve como desígnio informar e alertar os alunos para
procedimentos básicos de conservação de materiais arqueológicos.
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consulta on-line).
Segundo o mesmo autor, esta peça, com datação entre os sécs. X-IX a.C., dá
conta do comércio operado por todo o Mediterrâneo no final da Idade do
Bronze e a 1.ª Idade do Ferro, podendo mesmo constituir-se como a
"importação de ourivesaria mais antiga conhecida na zona ocidental da
Península" (Virgílio Hipólito Correia em O Arqueólogo Português, s. 5, vol. 3
(2013), p. 49).
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Nota do Boletim: Informa-se que as
atividades que tenham lugar no Salão Nobre, Sala Bustorff ou em outras
salas do primeiro piso, não possuem acesso a pessoas com mobilidade
reduzida.
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