Reflexão poética
Caros Archportianos
Nestes momentos de turbação que vivemos, e não apenas na Arqueologia, onde eles são um simples reflexo de outros, não resisto a recordar um pequeno poema de Sophia, que me acompanha desde 1986, quando o citei a propósito da aldeia de Idanha-a-Velha:
A memória longínqua de uma pátria / Eterna mas perdida e não sabemos / Se é passado ou futuro onde a perdemos
Não estaremos a viver já esse futuro, de pouco futuro? Reflictam!
Vasco Gil Soares Mantas (Prof.univ.)
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