Diz-se para aí, exaustivamente, que os gatunos do património histórico e artístico nacional, são operacionais de etnia cigana, constituídos em pequenos bandos (veja-se a recente reportagem da SIC sobre o surto de roubos de arte sacra que foram cometidos durante mais de uma década pelos clãs, do litoral Oeste, de Évora, e do Baixo Alentejo, designadamente daqueles que se instalaram em Cuba, Vidigueira, e Serpa), treinados e instruídos por contrabandistas estrangeiros de obras de arte, especialistas ligados a redes transnacionais com ligações ao narco-tráfico italiano e dos Países Baixos.
Redes que se ocupam em trocar com os ciganos, as obras de arte de interesse e procura mundial, por remessas de estupefacientes, e os destribuiem pelos mercados de antiguidades do norte da Europa, USA, Japão, e península arábica.
Indivíduos que nos últimos anos progrediram, no apoio logístico, e em informações do terreno, a tradicionais saqueadores espanhois de jazidas arqueológicas, em Portugal e Espanha, e se dedicam com grande sucesso a substituir os habituais "piteros" espanhois que nos visitavam impunemente, e a destribuirem as peças desses géneros, em mercados de velharias em ambos os países.
E perceba-se porque é que a Polícia portuguesa sabe há muito quem de entre eles, se dedica em concreto a essas actividades criminosas, e pôde perceber e identificar o seu modus operandis, e localizar tanto a mercadoria subtraída, como a mercadoria espoliada. E recuperá-las caso se decidissem a fazê-lo !
Pelo seu escasso número, e porque um dos principais elementos de coesão e equilíbrio social entre os ciganos diz respeito á relação que mantêm com o território físico (regiões geográficas onde se instituiram direitos exclusivos de permanência, comércio, e influência "política"), e com o território imaginado (actividades assaz lucrativas lícitas ou ilícitas, monopolizadas, e tranversais aos territórios físicos). Dividindo-se o mundo em zonas e monopólios, onde só os clãs que delas se apropriaram inicialmente, podem praticar as actividades sob investigação policial, não sendo permitido a outros sequer transitarem, ou emiscuirem-se, pelos territórios alheios sem autorização previamente acordada.
http://imigrantes.no.sapo.pt/page6.EmigPortEsc02.html
http://www.oi.acidi.gov.pt/modules.php?name=News&file=article&sid=976
http://www.multiculturas.com/cjs-politicas_educativas.htm
http://www.dhnet.org.br/direitos/sos/ciganos/ciganos02.html
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