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[Museum] Exposição "IN DEFINITION" na Mãe d'Água das Amoreiras - 3 de Julho

To :   "museum" <museum@ci.uc.pt>
Subject :   [Museum] Exposição "IN DEFINITION" na Mãe d'Água das Amoreiras - 3 de Julho
From :   José d'Encarnação <jde@fl.uc.pt>
Date :   Thu, 28 Jun 2007 14:18:55 +0100

----- Original Message -----
Sent: Thursday, June 28, 2007 1:45 PM
Subject: Exposição "IN DEFINITION" na Mãe d'Água das Amoreiras - 3 de Julho

 

 

                                                                    

 

Lisboa, 28 de Junho de 2007

 

 

Assunto: Exposição ?IN DEFINITION? na Mãe-d?água das Amoreiras

 

 

Como Directora do Museu da Água, é com muita honra que anuncio a V. Exa. a realização de uma exposição ímpar no Reservatório da Mãe-d?água das Amoreiras, a inaugurar a 3 e a 12 de Julho ficando patente até 8 de Setembro.

 

 

O Museu da Água, único museu português galardoado com o Prémio do Museu do Conselho da Europa (1990), tem vindo a organizar uma série de exposições cujo conceito procura ser mais abrangente. As intervenções artísticas procuram organizar-se como discursos abertos e imprevistos que fortalecem a dimensão artística, dando oportunidade aos mais novos e intensificando o prestígio dos mais conhecidos.

A dinâmica do Museu da Água ultrapassa já a Europa e de certo todos os portugueses se orgulham desta realidade.

 

È neste contexto que o Museu da Água se honra de apresentar mais uma grande performance de Manuel Carmo.

 

Nascido em Lisboa em 1958, o pintor Manuel Carmo estudou arte e pintura no Ar.Co. No entanto, o seu estilo absolutamente contemporâneo não se inscreve em nenhuma escola, a sua obra desafia qualquer categorização.

 

 

O seu estilo inimitável de realismo fantástico está patente na sua arquitectura imaginária que nos desvenda a história da humanidade, seus valores e espiritualismo, pormenorizadamente detalhada nos cenários encantados das suas exposições.

 

 

Nos últimos 20 anos Manuel Carmo criou inúmeros trabalhos expostos em colecções privadas e públicas e em alguns museus nacionais e internacionais. Manuel Carmo encontra-se ainda representado em diversas galerias e em esculturas de arte urbana em Lisboa.

 

Sobre ele disse Nancy di Benedetto (Critica de arte em Nova Iorque)?. ?A maior homenagem que se lhe deve fazer é o de que o seu trabalho não se insere em escolas ou movimentos predeterminados, a sua obra artística desafia uma categorização e rompe novos territórios na Arte do século XXI?.

 

Gostaria ainda de salientar que o mesmo autor recebeu em 2005 o Alto Patrocínio do então Presidente da República Portuguesa, Doutor Jorge Sampaio, para a grande exposição ?1755 ? Cemitério de Esperança? ou ? As 7 Virtudes para o Renascimento?, que assinalava a passagem dos 250 anos do terramoto de Lisboa, e cujo conceito primordial relembrou que mau grado situações de crise, elas evoluem pela vontade e sabedoria dos seres humanos para um futuro melhor através do exercício das sete virtudes focadas na exposição que em contraponto com os sete pecados permitem sempre o Renascimento.

 

Assim, em 2007, o Museu da Água honra-se de acolher mais uma vez uma grande exposição deste artista plástico, na Mãe-d?água das Amoreiras, subordinada ao tema ?IN DEFINITION?, que se encontra integrada no programa da Presidência de Portugal da União Europeia.

 

 

IN DEFINITION ? THE CORRIDOR OF WATER IN LIFE

IN DEFINITION ? THE CORRIDOR OF LIFE IN WATER ? Estas duas exposições, que se realizam na Mãe d?Água das Amoreiras respectivamente no dia 3 e 12 de Julho, fazem parte do Projecto de Manuel Carmo IN DEFINITION, sobre a relação entre o ser humano e a Água, buscando no invertio a força evolutiva dessa relação.

Uma Exposição sucede à outra, completando-se e dando conceito global e unificado ao projecto.

No dia 3 de Julho, a Mãe-d?água das Amoreiras inverte-se. Ou seja, esvaziando o depósito de 5500 m3 de água, possibilita-se a visita ao seu interior, numa simbólica viagem ao que existe preambular à Criação, debaixo do elemento Água ? Um Hino à Água.

No centro do Reservatório, uma enorme esfera simboliza a semente inicial da qual tudo nasceu.

No dia 12 de Julho, a Mãe-d?água das Amoreiras regressa ao seu posicionamento normal: água em baixo, no Reservatório de novo cheio.

Tudo o que estava em Baixo vai agora para Cima: o Terraço da Mãe d?Água enche-se com as fotografias gigantes até então ocultas na Arca de Água e, neste momento, projectadas para o Céu.

 

Deste modo se completa a alusão hermética tornando a Exposição visível do Céu para fruição dos passageiros dos aviões que sobrevoam Lisboa

 

 

Com os melhores cumprimentos,

 

 

 

   Directora do Museu da Água

 

   (Margarida Ruas Gil Costa)

 

 


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