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[Museum] Museu Nacional de Etnologia | Serviço Educativo | Programa de actividades

To :   "museum" <museum@ci.uc.pt>
Subject :   [Museum] Museu Nacional de Etnologia | Serviço Educativo | Programa de actividades
From :   José d'Encarnação <jde@fl.uc.pt>
Date :   Wed, 8 Oct 2008 17:26:05 +0100


----- Original Message -----
Sent: Wednesday, October 08, 2008 11:54 AM
Subject: Museu Nacional de Etnologia | Serviço Educativo | Programa de actividades

SERVIÇO EDUCATIVO

MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA

 

» Oficinas

Oficina de expressão plástica

MOINHOS E MOÍDOS

Os cereais são vegetais que estão na base da nossa alimentação. Uma das formas de aproveitamento alimentar das sementes e dos grãos passa pela sua transformação em granulados e farinhas. Descascar, esmagar ou farinar são algumas das acções realizadas pelos sistemas de moagem, como por exemplo os almofarizes, as mós e os moinhos accionados manualmente, ou outros ainda movidos pela força das águas, dos ventos ou de animais, como as atafonas.

No sector de reservas Galerias da Vida Rural podes conhecer alguns destes engenhos e até mesmo experimentar a tua força e habilidade numa mó manual! Nesta visita ficarás ainda a saber o que faz um moleiro, quais os usos da farinha e a identificar o grão dos cereais que comes ao pequeno-almoço com leite, ou com os quais se faz o pão ou as doces pipocas!

Depois da visita, vamos dobrar, cortar, pintar e montar um moinho com velas, um móbil ou um papagaio de papel colorido.

 

GRUPOS

Duração | 1h30 (visita guiada+oficina)

Público-alvo | 4 aos 12 anos | 5>25 participantes

Horário | 3.ª feira, às 14h | 4.ª feira, às 10h e às 14h

Participação | 3€ (por participante)

Sujeito a marcação prévia

 

Oficina de expressão plástica

PANELAS CANTORAS

Vem conhecer as panelas cantoras dos índios Wauja através de uma “viagem” às Galerias da Amazónia, do Museu Nacional de Etnologia. A seguir à visita participarás numa oficina de expressão plástica, durante a qual poderás modelar panelas com massa pão.

 

GRUPOS

Duração | 1h30 (visita guiada+oficina)

Público-alvo | 4 aos 12 anos | 5>25 participantes

Horário | 3.ª feira, às 14h | 4.ª feira, às 10h e às 14h

Participação | 3€ (por participante)

Sujeito a marcação prévia

 

Oficina de expressão dramática

Ramayana:

o rapto de Sita

O Ramayana é um poema épico indiano que surge representado nas imagens das pinturas cantadas. A história fala-nos do príncipe Rama corajoso e honesto que, devido à cobiça de uma das rainhas do seu pai, parte para a floresta em exílio.

Durante uma das suas viagens conhece a sua amada Sita cuja beleza atrai o demónio Ravana que decide então raptá-la.

Rama inicia uma busca incessante para encontrar a sua mulher, contando com a ajuda de muitos aliados, seus amigos, como Hanuman, o deus macaco.

Para conhecer melhor a história os mais novos irão participar numa inesperada dramatização do enredo, encarnando as personagens com a ajuda de adereços que estão ocultos numa arca muito, muito antiga…

 

GRUPOS

Duração | 1h30

Público-alvo | 8 aos 12 anos | 15>25 participantes

Horário | 3.ª feira, às 14h | 4.ª feira, às 10h e às 14h

Participação | 3€ (por participante)

Sujeito a marcação prévia

 

Oficina de expressão plástica

MODELAÇÃO: criar formas

(a partir de Novembro de 2008)

A motivação principal desta actividade é a exposição Exercício de inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa. A oficina contempla um trabalho prévio de observação em registos gráficos e cromáticos e depois a criação de formas em barro e/ou pasta de modelar.

De acordo com as faixas etárias dos participantes, serão aplicadas técnicas de modelação, como por exemplo o processo do rolo ou a execução de placas, e dados a conhecer de perto alguns utensílios destas técnicas, como por exemplo os teques e ainda outros que permitem criar diferentes texturas.

A decoração dos trabalhos realizados privilegia técnicas de acabamento observadas nas peças da exposição, ou seja, as gravações e as incrustações.

 

GRUPOS

Duração | 1h30

Público-alvo | 6 aos 12 anos | 5>25 participantes

Horário | 3.ª feira, às 14h | 4.ª feira, às 10h e às 14h

Participação | 3€ (por participante)

Sujeito a marcação prévia

 

Oficina sobre inventário de colecções

COLECCIONAR É CONHECER

(a partir de Novembro de 2008)

Quase todos nós somos coleccionadores de objectos que por algum motivo achamos interessantes. As «coisas» que reunimos têm entre si um tema comum, sendo depois a sua variedade de formas e de conteúdos que nos fazem procurar um maior número de exemplares. Fazer uma colecção é, principalmente, expressar o desejo que se tem em conhecer mais e melhor um determinado assunto.

No entanto, frequentemente esquecemo-nos de quão importante é fazer um inventário dos nossos objectos e do conhecimento que temos sobre cada um deles, correndo o risco de, mais tarde, não nos recordarmos de quase nada sobre estes, até mesmo das histórias mirabolantes que vivemos para os conseguir.

Esta actividade vai mostrar-te como o Museu Nacional de Etnologia reúne as suas colecções e como as inventaria; depois, tu próprio irás experimentar o registo de um objecto num livro de tombo e o preenchimento da sua respectiva ficha de inventário. Para além dos suportes tradicionais, as novas tecnologias estarão presentes, pois são um recurso indispensável para fazer este trabalho de uma forma mais rápida e segura, não esquecendo ainda que esse inventário poderá ser consultado também por outras pessoas.

Os objectos a inventariar serão trazidos por ti, e podem pertencer a uma (futura) colecção particular ou colectiva (da turma, ou da escola).

 

GRUPOS

Duração | 1h30

Público-alvo | 9 aos 16 anos | 5>25 participantes

Horário | 3.ª feira, às 14h | 4.ª feira, às 10h e às 14h

Participação | 3€ (por participante)

O grupo deverá trazer 1 objecto por cada 5 participantes.

Sujeito a marcação prévia

 

» Visitas guiadas

Visita guiada | Reservas

GALERIAS DA AMAZÓNIA

As Galerias da Amazónia são reservas que permitem trazer junto do público a totalidade dos objectos do Museu Nacional de Etnologia procedentes das sociedades ameríndias, em especial da floresta Amazónica. Duas das colecções aqui expostas merecem particular destaque. A primeira foi constituída por Victor Bandeira em meados dos anos 60, por solicitação de Jorge Dias na altura da criação do próprio museu (1965), tendo sido parcialmente exposta em 1966 nas instalações da Sociedade Nacional de Belas Artes por iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian. A mesma viria a ser objecto da exposição Índios da Amazónia que este museu inaugurou em 1986. Trata-se de um primeiro e importante contributo para o conhecimento dos povos da Amazónia. A segunda colecção foi constituída entre 1999/ 2000, junto dos índios Wauja do Xingu, no âmbito da preparação da exposição Os Índios, Nós que este museu inaugurou em 2000. Tornou-se uma das mais extensas colecções procedentes de uma só aldeia, organizada segundo critérios discutidos com os próprios habitantes e problematizados e documentados na exposição Com os Índios Wauja: objectos e personagens de uma colecção amazónica (2004).

Estas reservas são o resultado de um trabalho conduzido desde 1998, com as obras de ampliação do museu e a construção de novos espaços para armazenamento de colecções, e culminam um já extenso conjunto de actividades que comporta exposições, edições, colóquios, realização de filmes e videogramas, estágios e programas de investigação.

 

GRUPOS

Duração | 50 min.

Público-alvo | a partir dos 4 anos | 5>25 participantes

Horário | 3.ª feira, das 14h às 17h

Horário | 4.ª feira, das 10h às 17h

Participação | Gratuita

Sujeito a marcação prévia

 

INDIVIDUAIS OU GRUPOS (até 25 elementos)

Duração | 50 min.

Público-alvo | público em geral

Horário | 3.ª feira, às 15h30

Horário | 4.ª a 6.ª feira, às 15h30

Participação | Gratuita

Não sujeito a marcação prévia

 

Visita guiada | Exposição

Pinturas cantadas:

Arte e Performance das mulheres DE NAYA

A exposição Pinturas Cantadas: arte e performance das mulheres de Naya mostra as obras realizadas pelas mulheres das comunidades Patua do Estado de Bengala na Índia que cantam as histórias que pintam em extensas tiras de papel. Os temas tanto retomam o reportório das tradições orais da comunidade como falam de mudanças sociais e políticas e acontecimentos que marcam a vida da aldeia, do país ou do mundo.

 

GRUPOS

Duração | 50 min.

Público-alvo | a partir dos 4 anos | 5>25 participantes

Horário | 3.ª feira, das 14h às 17h

Horário | 4.ª feira, das 10h às 17h

Participação | Gratuita

Sujeito a marcação prévia

 

Visita guiada | Reservas

Galerias da Vida Rural

Sector de reserva visitável do Museu Nacional de Etnologia que alberga um total de cerca de 3.000 peças, as Galerias da Vida Rural trata-se de um espaço dedicado às colecções ilustrativas de temas alusivos à sociedade rural em Portugal – transportes, sistemas de atrelagem, alfaia agrícola, abrigos de pastor, tecnologia têxtil, sistemas de moagem e equipamento doméstico, assim evidenciando a multiplicidade de soluções desenvolvidas no quadro da diversidade regional do País.

Testemunhos materiais de modos de vida evanescentes ou, em muitos casos, já desaparecidos no momento da sua recolha, a maior parte dos objectos apresentados nestas Galerias foi reunida sobretudo entre as décadas de 1960 e 1970, por Ernesto Veiga de Oliveira e Benjamim Pereira, elementos da equipa que está na origem do Museu Nacional de Etnologia e que, com Jorge Dias e Fernando Galhano havia iniciado em finais da década de 40 do século findo o seu percurso de investigação.

 

GRUPOS

Duração | 50 min.

Público-alvo | a partir dos 4 anos | 5>25 participantes

Horário | 3.ª feira, das 14h às 17h

Horário | 4.ª feira, das 10h às 17h

Participação | Gratuita

Sujeito a marcação prévia

 

INDIVIDUAIS OU GRUPOS (até 25 elementos)

Duração | 50 min.

Público-alvo | público em geral

Horário | 4.ª a 6.ª feira, às 10h30

Participação | Gratuita

Não sujeito a marcação prévia

 

Visita guiada | Exposição

Exercício de inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa

(a partir de Novembro de 2008)

Esta exposição fala de muitas coisas e procura pô-las em relação. Desde logo, com ela desejamos assinalar e honrar o gesto generoso e culturalmente comprometido de dois doadores: a colecção de barro preto doada pelo Professor e investigador alemão Werner Tobias, no ano de 2002, e a colecção de olaria procedente da generalidade dos centros oleiros do país, constituída pelos Professores Manuel Durão e Maria Helena Lemos e por estes doada ao museu no ano de 2006, acompanhada de um vastíssimo corpo de documentação. A aceitação de doações extensas e sistemáticas traz consigo a responsabilidade acrescida da condução de procedimentos de âmbito metodológico e de alcance logístico, que produzam a articulação de toda a informação e documentação disponível e concretizem a sua efectiva incorporação no acervo do museu. Assim aconteceu com estas. Ambas foram estudadas por jovens antropólogos que aqui realizaram os seus estágios de iniciação ao estudo de colecções beneficiando, em qualquer dos casos, do conhecimento e da colaboração empenhada e próxima dos respectivos colectores: Joana Cartaxo com Werner Tobias em relação à colecção de barro preto e João Oliveira com Manuel Durão em relação à colecção geral de olaria portuguesa. Este acompanhamento traduziu-se igualmente na revisitação de alguns dos lugares de origem dos objectos e consequente produção de nova informação e documentação. É também esta uma das vertentes que a exposição quer sinalizar, ao retomar os relatórios finais em que se traduziram aqueles estudos que incidiram sobre o processo de incorporação e inventário, ao mostrar exemplos de filmes entretanto realizados no terreno, e ao contar com a colaboração dos jovens investigadores, seus autores. Esta exposição é também um modo de falar da diversidade de formas e funções, centros de produção e artesãos que a esta actividade têm dedicado a sua vida, procurando trazer exemplos que transmitam uma visão diversificada de um universo material feito de gestualidade e saber fazer e uma pluralidade de finalidades e usos.

 

GRUPOS

Duração | 50 min.

Público-alvo | a partir dos 4 anos | 5>25 participantes

Horário | 3.ª feira, das 14h às 17h

Horário | 4.ª feira, das 10h às 17h

Participação | Gratuita

Sujeito a marcação prévia

 

» Preparação de visitas guiadas

EXPOSIÇÕES E RESERVAS                                                                             

O Serviço Educativo recebe docentes e outros responsáveis de grupos para preparar em conjunto as visitas guiadas aos vários espaços expositivos do Museu.

 

Horário | 3.ª feira, das 10h às 12h30

Sujeito a marcação prévia

 

 

OUTRAS INFORMAÇÕES

 

CONTACTOS

Sandra Silva

Serviço Educativo

Museu Nacional de Etnologia

Av.ª Ilha da Madeira, 1400-203 Lisboa

Tel. 21 304 11 60/9 | Fax 21 301 39 94

E-mail mnetnologia@ipmuseus.pt (geral)

E-mail mnetno.ssilva@ipmuseus.pt (Serviço Educativo)

Site http://www.mnetnologia-ipmuseus.pt

Blog http://mnetnologia.blogspot.com

 

HORÁRIO DO MUSEU

3.ª feira, das 14h às 18h

4.ª feira a Domingo, das 10h às 18h

 

VALOR DE INGRESSO

Normal: 3€

Crianças até 14 anos: entrada livre

Domingos até às 14h: entrada livre

Outros descontos: consultar site do Instituto dos Museus e da Conservação

Site http://www.ipmuseus.pt/

 

TRANSPORTES

Autocarros, 28, 714 e 732

Camionetas, 113 e 144

Comboio, Estação Belém, Linha Cascais/Cais do Sodré

Comboio Turístico, partida de Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos

 


Agradecemos a melhor divulgação.

 

Sandra Silva          

Responsável pelo Serviço Educativo          

mnetno.ssilva@ipmuseus.pt

Museu Nacional de Etnologia                                            

Av.ª Ilha da Madeira                               

1400-203 Lisboa                                  

Tel. 21 304 11 60/9

Fax 21 301 39 94

  


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