“Num
dos encontros que antecederam a construção desta exposição, Alonso
descreveu… “esta exposição apresenta diferentes formas que resultam
de sensações e de visualizações de um planisfério criado mais ou menos ao
acaso...”. E quis a força do acaso que percorresse a América Latina, Cabo
Verde, o Japão e Nova Iorque. Nestes
lugares experienciou emotivamente um mundo de sensações, revivendo as suas
raízes. Porque as mangas e os abacates não existem apenas em Angola e as passagens
pelos trópicos foram, para si, um reencontro com África, influindo na
construção de um conjunto de obras que dão corpo ao primeiro núcleo desta
exposição.” Jorge
Rocha, In Catálogo da Exposição
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