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| Data: 9 de Abril (Sexta feira) a 29 de Maio
(Sábado) |
Horário: De terça a Domingo: 10.00h às
17.30h
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Está patente no Museu D. Diogo de
Sousa, de 9 de Abril a 29 de Maio de 2010, a exposição 'Encruzilhadas – 10
Séculos Civilização Clássica', de Fotografia de Luís Reina.
"Encruzilhadas. Caminhos do passado que se cruzam no presente.
Uma
exposição fotográfica. Uma viagem sensorial a um tempo de ouro que vamos
perpetuar em imagens e nos sons.
Sons que nos conduzem à música grega
clássica e à música contemporânea portuguesa, feita exclusivamente para
esta mostra, pelo promissor compositor e músico português, já galardoado
internacionalmente – Diogo Novo. Um valor a reter.
São 10 Séculos de
Civilização Clássica que vamos revisitar."
(Luís Reina)
“Encruzilhadas – 10 Séculos de Civilização Clássica”, mais do que
uma viagem fotográfica, é uma viagem no tempo. Tempo para descobrir as nossas
raízes culturais, históricas, políticas e religiosas.
Encruzilhadas, que nos levam por CARDOS em desertos longínquos de areia
dourada, por entre ruínas de pedras cinzentas de dor dos que árdua e
habilmente trabalharam para erigir as grandiosas cidades da antiguidade. Ainda
hoje são recordadas, estudadas em manuais escolares. Colinas onde TEMPLOS de
mármore foram erguidos, testemunhos da devoção a deuses que ainda hoje fazem
parte de toda uma enorme galeria mitológica. ACRÓPOLES de amarelada rocha
arenosa e calcária com que se fizeram CAPITÉIS de motivos vegetalistas
sustendo FRONTÕES que nos recordam feitos históricos de impérios que
traçaram as rotas marítimas e terrestres desta Europa da qual fazemos
parte.
Uma viagem, que nos leva à descoberta da arquitectura e da
arte de uma época de ouro da história mundial. Caminhos onde foram dados os
primeiros passos filosóficos. Lugares pisados por arrojados guerreiros e
imperadores que da guerra fizeram a sua existência. Rotas por onde mártires e
santos caminharam na devota missão de evangelização de povos.
Esta é
uma viagem em busca de testemunhos que nos façam compreender o que fomos, o
que somos e para onde queremos ir. Viagem que começa no século V a.C., mas
que não se pretende que acabe no século V da nossa era, pois muitas são
ainda as Encruzilhadas que teremos de desbravar para desvendar todas as ruínas
da nossa vida.
Saúde e
fraternidade,
António Correia
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