“Museus nacionais: começar de novo. (…) Seria civicamente imperdoável e administrativamente irresponsável deixar os museus à sua sorte.” (Luís Raposo, in Jornal Público de 20110408). E não se houve um único som, um murmúrio sequer. O silêncio será de espera calculada? À espera que a Primavera traga a coragem. Será necessário saber qual a percentagem das cores da floração, certamente rosa ou laranja, para dar a opinião ao repto lançado por Luís Raposo? Os técnicos competentes, os responsáveis que dominam efectivamente o conhecimento, não precisam da política. A política, seja de que cor for, é que precisa deles. Mas não. Parece tudo calmo… à espera. Enquanto os problemas do Património, da Museologia e da Política Patrimonial Portuguesa continuam outra vez à espera. Ou não? Pedro Manuel-Cardoso |
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