Banbury shell filling factory played vital role during First World WarO historiador angolano Pedro Kiembe disse no domingo, em Luanda, que o restauro geral do acervo cultural do Museu Nacional de História Natural (MNHN) veio dignificar a instituição no contexto histórico do país. Falando sobre a sua influência para o actual nível da escultura e arquitectura em Luanda, o especialista fez saber que a restauração, realizada em 2002, consistiu igualmente na reabilitação completa das infra-estruturas físicas do museu. «É preciso compreendermos que as estruturas físicas do museu foram erguidas em 1956 e a sua recuperação permitiu com que a instituição continuasse a realizar as suas actividades de forma regular e com melhores condições de acomodação aos visitantes», disse. Criado pela Portaria Ministerial n.º 6 de 8 de Setembro de 1938, o museu, segundo o especialista, é um dos mais importantes do país, por ser o único que reúne maioritariamente acervo sobre a biodiversidade angolana. Localizado no centro da cidade, o Museu Nacional de História natural foi criado há 63 anos e contava com as secções de etnografia, história, zoologia, botânica, geologia, economia e arte. Neste período, era proibida a exportação de colecções que pudessem servir ao estudo da etnografia das populações indígenas e estas ficavam reservadas ao Estado, como monumentos nacionais, assim como elementos naturais de interesse geológico especial que existiam no país. O museu acolhia fundamentalmente exposições permanentes e temporárias e a conservação simultânea de colecções de grande valor socio-histórico e científico. Com o decorrer dos anos a qualidade de trabalho do museu foi decaindo até a sua paralisação, ficando encerrado ao público cerca de uma década. Para a solução do problema, vários projectos foram elaborados e apresentados a algumas entidades, na busca de possíveis apoios financeiros para a sua reabilitação total, infra-estruturas e acervo museológico. Esta acção foi desenvolvida com o recrutamento de técnicos especialistas para a formação do pessoal. O museu comporta dois salões fundamentais de exposições permanentes, nomeadamente o salão dos mamíferos, com 37 dioramas de mamíferos, aves, répteis e o corredor dos insectos, bem como o dos peixes, com 11 dioramas de peixes e outros animais marinhos, 13 dioramas de aves e uma colecção de moluscos. Possui igualmente um auditório para conferências, com capacidade para160 pessoas, átrio para a montagem de exposições temporárias, salão internacional de exposições, biblioteca, áreas administrativa, de investigação científica, animação cultural e museologia. Saúde e fraternidade,
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