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Poderá consultar-se em: http://www.cyberjornal.net/index.php?option=com_content&task=view&id=17858&Itemid=30
a recensão intitulada «De Igaedo à Senhora do Almotão - Um livro
ingénuo e bem intencionado», publicada no Cyberjornal,
edição de 14-02-2013. Comenta-se o
livro De Igaedo à Senhora do Almotão,
da autoria de Joaquina Salgueiro da Silva Celestino, edição da Câmara Municipal
de Idanha-a-Nova, com data de 2012 e ISBN 978-972-8285-68-5. Deste texto -
também acessível em http://hdl.handle.net/10316/21662
- permita-se-me que recorte a seguinte passagem: «A obra detém um
interesse e uma actualidade flagrantes quando a encaramos como repositório do
que se denomina «património imaterial»:as crenças, as festividades, a poesia
popular… enfim, a alma de um povo nessas manifestações bem retratada. Foi, pois, intenção da
Autora dar a conhecer não apenas o que era hábito fazer-se em louvor da Senhora
do Almortão, práticas prenhes de tradição e de religiosidade, mas também as
«novas quadras» que a devoção à Senhora lhe inspiraram a ela e a outros também,
verdadeiros «cantares de romaria», na peugada da ancestral inspiração enraizada
nas trovas medievais, eco, quiçá, das Cantigas
de Santa Maria, de Afonso X, de Castela. Um cancioneiro que, desta
forma, aqui se deixa impresso em letra de forma, para que se não perca: «os
louvores à Virgem, a Jesus e aos Santos; as preces, os agradecimentos, mas
também os namoros, as flores, as árvores, os animais, as fontes, o ambiente que
rodeia a ermida e até o próprio tempo que fazia. Quem as canta são, de acordo
com a tradição, as mulheres» (p. 72-73).» |
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