O público e o privado na gestão do património.
‘’A exploração económica do património permite a criação de diversos serviços paralelos e complementares ao usufruto cultural do bem.’’
A exploração económica do património?
Ora essa!
Suponhamos que a redacção fosse esta:
O livre usufruto do património público (comunitário, etcetera) cria condições para que uma diversificada gama de serviços se possam criar em seu torno, restauração, lojas, etcetera.
‘’Bilhética’’ não sei o que seja, mas será que haverá por aí uns privados que me querem cobrar ‘’bilhéticas’’ à entrada dos museus e monumentos?
Ora, com esta formulação, não há que estabelecer em debate os critérios para estipular a natureza das entidades que podem prestar estes serviços, desde que não afectem o livre usufruto dos bens patrimoniais e a sua legítima administração pelas entidades que os tutelam, no rigoroso respeito pelo bem e interesse da comunidade.
Só nos faltava mais esta!
A ‘’bilhética’’
Manuel.
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