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Participantes
A Brasileira I Coimbra
Confraria dos Sabores de Coimbra I Coimbra
Café Santa Cruz I Coimbra
Pastelaria Briosa | Coimbra
Pastelaria Moinho Velho | Coimbra
Pastelaria Tamoeiro | Coimbra
Pastelaria Tosta Rica | Coimbra
Pastelaria Vasco da Gama | Coimbra
Pastelaria Vénus | Coimbra
APOMA – Associação de Produtores de Ovos Moles de Aveiro | Aveiro
Associação de Produtores do Pão de Ló de Ovar | Ovar
Brisadoce I Amarante
Casa de Encosturas | Cabeceiras
de Basto
Casa do Bolinhol | Caldas
de Vizela
Casa dos Doces Conventuais| Alcobaça
Casa do Pão de Ló | Alfeizerão
Confeitaria Jesuítas e Limonetes | Santo Tirso
Confeitaria Santa. Luzia/Fábrica de Pão de Ló | Figueiró dos Vinhos
Confraria do Bolo de Ançã | Ançã
Confraria da Doçaria Conventual I Tentúgal
Delícias do Castelo | Santa
Maria da Feira
De Maria Doçaria I Leiria
Doce História I Braga
Doçaria Ponto Rebuçado | Leiria
Doçaria Paula Rosa | Reguengos
de Monsaraz
Douro’s Flavours | Lamego
Licores de Alcobaça I Alcobaça
Mosteiro de São Martinho de Tibães I Mire de Tibães
Mosteiro do Louriçal I Pombal
Pastelaria Bijou | Santarém
Pastelaria O Mosteiro | Lorvão
Pastelaria Queijadinha | Pereira
Pão de ló de Margaride / António Lopes I Felgueiras
Rebuçados da Régua I Régua
Participação
Internacional
Francisco
Vives Muñoz I Alicante
Participação especial
Colares
Editora
Artesanato
Associação
Para Preservação das Tradições Locais “Herança do Passado” | Tecelagem de Almalaguês
Maria
José Nogueira Leal | Registos de Santos
ANEXO: Desdobrável
Informações:
Casa Municipal da Cultura
Telef. 239702630
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É inquestionável o dever de proteger e
defender o património cultural imaterial, com destaque para os receituários
das especialidades doceiras de Coimbra como os pastéis de Santa Clara, o
manjar branco, as arrufadas de Coimbra, as queijadas, as talhadas de
príncipe, os suspiros, a barriga de freira, a encharcada e o pão de ló, entre
muitas outras.
Os doces são uma herança valiosa. Promovem
o desenvolvimento económico, a valorização identitária e a afirmação
histórico-cultural da nossa cidade. A criação da Associação de Doceiros de
Coimbra (ADOC), a par do processo que decorre para a qualificação de algumas
especialidades doceiras, liderado pela Câmara Municipal de Coimbra, visa a
prossecução destes objetivos, bem como a afirmação do património doceiro de
Coimbra no contexto do mercado regional, nacional ou internacional.
Ao organizar este
certame, que conduz à nossa cidade inúmeros visitantes, a Câmara Municipal de
Coimbra pretende manter viva a riqueza das formas, dos sabores e dos saberes,
preservando e divulgando a herança da doçaria coimbrã e de outras
especialidades que, de forma similar, tiveram expressão em localidades que
estarão também presentes no evento, formando um doce quadro geográfico que
vale a pena degustar!
A sua visita valoriza Coimbra! Venha descobrir o nosso património doceiro!
PROGRAMA
Dia
4, sábado
Horário:
15h00 - 22h00
15h00
Abertura Oficial
Apresentação do Registo da Marca Coletiva de
Associação “Arrufada de Coimbra” como primeiro passo para a
qualificação dos doces conventuais de Coimbra.
15h30
Visita ao Certame
16h30
“A essência do doce: o açúcar
e o mel na história da alimentação”
Deuses, médicos e gulosos: mel e
outros açúcares para o corpo e para a alma
Inês de Ornellas e Castro/ Universidade Nova de
Lisboa
Mel e açucar nas receitas dos
Descobrimentos: do códice 142 do Arquivo Distrital de Braga ao códice 10763
da Biblioteca Nacional de Portugal (sécs. XVI-XVIII)
Anabela Barros/Universidade do Minho
Moderadora: Maria Helena da Cruz Coelho
17h30
Suplício
dos Doces
Rábula Satírica de 1727, escrita pelo Padre Jesuíta e
Professor de Teologia, Silvestre Aranha, onde os doces de Coimbra são
chamados a um Tribunal Académico pelo mal que faziam aos estudantes
(Manuscrito da B.G.U.C.)
Representação pela Bonifrates, Cooperativa de
Produções Teatrais e Realizações Culturais, C.R.L.
18h30
Provas Comentadas
Dar a provar e a conhecer os doces
conventuais e tradicionais
QUALIFICA com a colaboração dos doceiros presentes na
Mostra.
21h00
Fanfarra da Brigada de Intervenção
Coro Misto e Trovadores
Dia
05, domingo
Horário:
10h00 - 19h30
11h00
Provas Comentadas
Dar a provar e a conhecer os doces
conventuais e tradicionais
QUALIFICA com a colaboração dos doceiros presentes na
Mostra.
15h00
Provas Comentadas
Dar a provar e a conhecer os doces
conventuais e tradicionais
QUALIFICA com a colaboração dos doceiros presentes na
Mostra
16h30
Recriação de um Outeiro
Ligada à tradição doceira era habitual a realização
dos outeiros ou abadessados.
Eram recitais poéticos, habitualmente noturnos, onde junto às portarias dos
Conventos femininos, devidamente engalanados para o efeito, se juntavam
lentes, estudantes, poetas e fadistas. Estes freiráticos apinhavam-se nos
adros esperando que pelas grades do convento as religiosas dessem o mote que
seria depois desenvolvido pelos presentes em versos, sonetos ou outras
criações melódicas.
Nos conventos femininos de Santana, Santa Clara,
Celas, Sendelgas, ou Tentúgal, procuravam os estudantes amores, suspiros e
poesia e doces. No final e como escreve Almeida Garrett “ mui gulloso
doce as madres nos davam”. Ou seja, cada Convento oferecia as suas
especialidades doceiras.
Representação pelo Teatro Amador de Ribeira de Frades
17h00
Musicas de Sempre
Sara Travassos e Tiago Cordeiro
18h00
Tuna de Medicina da Universidade de
Coimbra
19h30
Encerramento
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