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A Feira do
Património, a decorrer em Coimbra dias 9, 10 e 11 de Outubro de 2015
convida-o a partilhar o seu património no Facebook e no Instagram com
a hashtag #somospatrimónio.
As 50 partilhas com mais likes ganham um passe de 3 dias
"Família sem Fim". Todas as partilhas serão divulgadas num videowall durante
o evento.
O passatempo termina no dia 2 de Outubro. Partilhe e participe!
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Em Ovar, os
azulejos são um bem patrimonial e um elemento diferenciador que marca
a imagem e a história do concelho. A expressão “Ovar, Cidade-Museu
Vivo do Azulejo”, atribuída por Rafael Salinas Calado, resulta
da quantidade e diversidade de fachadas azulejadas e ornamentos
datados do século XIX/XX. Compreendendo que o azulejo assume um
papel tão marcante na história e identidade de Ovar, a Câmara
Municipal de Ovar está a desenvolver o projecto “A Rua do Azulejo”,
que será uma realidade a curto prazo, uma iniciativa de carácter
inovador e um importante impulso para a dinamização dos espaços
públicos do concelho.
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Perfil de um aluno universitário finalista e
potencial profissional do sector do património.
O que pensa do património e das saídas profissionais neste sector,
a geração da Internet, do telemóvel e das redes sociais, mas também
do emprego precário e da internacionalização mais facilitada?
Filipa Pereira Coutinho Duarte Ferreira
22 anos
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A patrimonio.pt foi visitar a mais recente
iniciativa da Fundação Millennium bcp, em parceria com a EGEAC e
com o Atelier Silva Designers - a exposição “A Minha Vida Dava uma
Sardinha”.
Patente na Galeria Millennium, na Rua Augusta em Lisboa, de 1
de Junho a 22 de Agosto com entrada gratuita, esta iniciativa
insere-se no conjunto de acções promovidas pela Fundação Millennium
bcp para divulgar o NARC - Núcleo Arqueológico da Rua dos
Correeiros, recentemente classificado como Monumento Nacional.
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O PROBLEMA
O Debate mais
uma vez resvala para a lógica de cada um dos
lados. Nos Debates continua a ser impossível conciliar
e equilibrar os objetivos do Interesse Privado(aumento do lucro
e sua distribuição por um grupo restrito) com os objetivos
do Interesse Público (concretizar o direito de todos ao
Património do Estado que pertence a Portugal e aos
cidadãos). Tenho referido várias vezes que a dificuldade está na
conciliação. E que é fácil fazer a apologia de cada um dos lados.
Esses dois lados existem e coabitam todo e qualquer País, Cultura ou
Nação. São componentes constitutivos da matriz antropológica do fazer
humano. Razão pela qual é impossível a um excluir o outro, apesar das
ideologias de cada lado desejarem essa diluição facciosa.
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