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[Museum] Escrito na Pedra

To :   "museum" <museum@ci.uc.pt>, "archport" <archport@ci.uc.pt>, "histport" <histport@ml.ci.uc.pt>
Subject :   [Museum] Escrito na Pedra
From :   José d'Encarnação <jde@fl.uc.pt>
Date :   Sat, 11 Jul 2015 11:50:33 +0100

         Olá!

Que me seja permitido, desta feita, puxar a brasa para a minha sardinha; depois me dirá se fiz bem ou mal.

         É que está prevista para a última semana deste mês de Julho a exibição da série Escrito na Pedra, preparada há já algum tempo, mas que ora haverá oportunidade de ver, na RTP 2, aí a partir das 24 h e 15 m. Uma boa sugestão para o final da sua noite ou, se tiver o bom hábito de seguir o adágio «deitar cedo e cedo erguer», para – caso tenha essa possibilidade – ver com mais detença a gravação.

         Por conseguinte, este é um primeiro lembrete, a que junto um texto (alheio) de informação e… aliciamento (!):

Escrito na Pedra

A vida das pessoas de quem falaremos extinguiu-se há muito tempo. Delas nada ficaria, nem uma sepultura, nem a sua história particular. Mas algo rompeu esse esquecimento. Afinal, como saberíamos de Trophime e da Senhora Marina, de Paterna filha de Celso, de Valerius Paternus, de um administrador chamado Úlpio Eliano, de Pedro de Fiães - se os seus nomes não houvessem ficado gravados na pedra?

Estas são as personagens que poderão ser encontradas em Escrito na Pedra, uma série documental concluída em 2013, com cinco episódios de duração média de 25 minutos cada e que será emitida no Canal 2 da RTP entre os dias 27 e 31 deste mês, por volta das 24 horas.

A série mostra alguns dos lugares históricos mais emblemáticos do país: a villa romana de Milreu (Faro), as minas de Vipasca (Aljustrel), o castro de Monte Mozinho (Penafiel), a cidade romana de Tongobriga (Freixo, Marco de Canaveses) e o convento de S. João de Tarouca (Tarouca).

Em cada episódio, parte-se da leitura de uma inscrição para contar um pouco da história do monumento.

Tendo em conta que a maior parte destes lugares estão em ruínas, a RTP propôs-se reconstituir alguns dos edifícios em 3D, o que fez com o apoio da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho. Esse trabalho foi dirigido pelo Dr. Paulo Bernardes.

A série, realizada pela jornalista Maria Júlia Fernandes, teve o apoio científico do Professor Doutor José d'Encarnação.




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