Olá!
Teve o Amigo Arquitecto Carlos Franco [ carlos.franco@cm-cascais.pt ] a gentileza de me dar a conhecer um
ensaio que fizera sobre «Salvaguarda e Valorização
Patrimonial no Planeamento: Casa Saloia em Cascais - Contexto
histórico-antropológico-sociológico».
Escreveu:
Anexo
o meu trabalho sobre Casa Saloia em Cascais -
Contexto histórico-antropológico-sociológico, em que se propõe a sua
Salvaguarda e Valorização
Patrimonial em sede do Planeamento Municipal, pelo valor deste legado que ao
longo dos séculos foi sendo edificado com tamanha arte e engenho, que urge uma
tomada de consciência e de sensibilização não só das entidades competentes como também da
sociedade civil em geral, sob pena de se perder toda a beleza das suas formas
puras, dos seus belos telhados recortando o horizonte e todo um conhecimento tectónico desta tipologia popular com regras exactas
de bem construir, servindo de referência à arquitetura Chã e influenciando
ainda as estruturas das coberturas das construções pombalinas, disseminando-se
um pouco pelos quatro cantos do mundo onde chegaram os Portugueses.
No
entanto, é com grande
frustração que se assiste, na actualidade, à
existência de diversos exemplares adulterados na sua forma e função, transformados em pequenas oficinas e armazéns
totalmente descaracterizados um pouco por todo o nosso concelho.
E propunha-me, a seguir, que se procedesse à divulgação
desse seu trabalho. Fiz-lhe uma sugestão que prontamente aceitou, de modo que é
com todo o gosto que anuncio estar este seu ensaio, disponível para leitura e
‘descarga’ (para quem o quiser guardar), na página da Associação Cultural de Cascais, que é de acesso livre, no
seguinte endereço:
https://sites.google.com/site/asscultcascais/notici%C3%A1rio/salvemosacasasaloia
Aproveito o ensejo para, mais uma vez, augurar um 2016 pleno de serenidade e de
tempo!
J. d’E.