Este será o Destino de Lisboa e do Estuário do Tejo em 2035 (ver foto em Anexo)? A foto de Ricardo Rozo será a visão desse Fado? Eis o Estuário do Tejo em 2035. A foto mostra o crime patrimonial que se perpetra. O crime feito pela Arquitetura e Design contra a Paisagem Cultural de Lisboa. A Construção Civil e o Urbanismo, de mãos dadas com a permissividade do Património, fá-lo-ão. Os dirigentes e chefias serão colocadas de modo a ser possível este crime contra o Património de Portugal.
Na mensagem n.º16000 (http://ml.ci.uc.pt/mhonarchive/museum/msg16000.html), sob o título: “Trienal de Arquitectura 2016: a ideologia da Forma da Forma ou o Ser-Humano Geometrizado”, percebemos que a Arquitetura e o Design levadas ao exagero, e transformados em Ideologia, têm por consequência o desenraizamento humano, e a perda da identidade com a Paisagem e o Território. E que a desistência crítica das Ciências Sociais, dos responsáveis pela Gestão do Património, e de outros sectores com responsabilidades na Cultura, deixa o Território livre para a expansão da ideologia da “Forma da Forma”, para os Planos Urbanísticos sem escrutínio da vontade democrática, para a construção civil desenfreada, e para o turismo selvagem. A proposta e a solução que poderiam impedir este Crime contra o Património seria declarar «Lisboa: Paisagem Cultural Protegida e Património da Humanidade» … Para isso seria necessário recuperar o sentido-de-Projeto e a coragem de não desistir da Identidade de Portugal. Pedro Manuel-Cardoso |
Estuário do Tejo em 2035 o crime contra o Património feito pela Arquitetura e Design.doc
Description: MS-Word document
| Mensagem anterior por data: [Museum] Retábulos relicários | Próxima mensagem por data: [Museum] Revista Humanitas em linha |
| Mensagem anterior por assunto: [Museum] O Estado obrigou a DGPC lançar um grande e difícil desafio. Como será resolvido? | Próxima mensagem por assunto: [Museum] O órgão de S. Vicente de Fora |