1. Hoje, a Obra-de-Arte é a mesma, e o mesmo, que antes? 2. Hoje, o que gratifica e realiza o Autor alterou-se em relação ao passado? 3. De acordo com a Teoria do Fazer, qual dos Sete Objetos que existem é a obra? [1.objeto-natureza (suporte e substância escolhida); 2.objeto-imaginado (realizado na mente); 3.objeto-construído (exteriorizado); 4.objeto-percepcionado (captado pelo sistema perceptivo); 5.objeto-informação (o que é utilizado para comunicar); 6.objeto-memória (aquilo que fica no hipocampo); 7.objeto-património (aquilo que é considerado «valor» e «relevância»)]? 4. De acordo com a Teoria do Fazer, a Arte é apenas um dos Nove Heterónimos do Ser-Humano? (Axiologia, cosmologia, epistemologia, política, teologia, estética, ética, metafísica, ontologia)? 5. De acordo com a Teoria do Fazer, qual das Onze Variáveis da Equação do Agir Humano motiva e impulsiona a Arte? (Agon, ilinx, mimicry, alea, ludus, paidea, motus, figuratio, gestus, tempo, espaço)? 6. Quais os locais e as substâncias da Obra-de-Arte, hoje? 7. Porque o IMPRONUNCIALISMO sucede aos outros modos da Arte? Concretamente à: arte lítica, arte rupestre, românico, gótico, renascimento, barroco, rocócó, romantismo, impressionismo (1872), pós- e neo-impressionismo (1885), cubismo, futurismo, surrealismo, dadaísmo, suprematismo, expressionismo, expressionismo abstracto, video art, realismo, minimal art/minimalismo, neo-plasticismo, abstraction-création, espacialismo, nova escola de paris, arte cinética, grupo zero, diferentes perspetivas da figuração, figuração existencialista, presentness is grace, colour field, descolagismo, neo-realismo/nouveau-réalisme, neodadaísmo, pop art, arte conceptual/conceptualismo, arte naif, new media art, pintura sistémica, abstracionismo, pós-minimalismo, corpo revolucionado, support-surface e bmpt, land art, arte povera, reincidência do género, apropriacionismo, fotografia-arte alemã, realismo traumático, discursos-actos de alteridade, arte digital, arte atual, art brut, arte adventícia, arte ansiosa, geek art, street art, energismo (S.R. Pansera, 2011)? 8. Porque o IMPRONUNCIALISMO não é explicável pelas atuais teorias da Arte? Concretamente, não é captável: pela “forma estética” (C. Bell); pela “expressão e sentimento estético” (R.G. Collingwood); pela “essência ou estrutura do invisível estético-artístico” (Nietzsche, Adorno, Heidegger, W. Benjamin, M. Mandelbaum, J. Lichtenstein); pela “utilidade e função” (Tolstoi); não é a recusa de qualquer “essência” que possa ser substituída pelas “semelhanças de família” (Wittgenstein, Weitz); não é interpretável pelos “mundos-da-arte” e pelos “contextos institucionais” (Beardsley, Dickie, Danto, Stolnitz, Goodman); não é uma obra de «transgressão sistemática das normas da Tradição ou do status quo»; nem pode ser «medida pelo grau de indignação do recetor/consumidor/destinatário»; e difere, ainda, das opiniões que acreditam que a Arte deve ser «um jogo de comunicação entre o autor e o recetor, e entre a coisa e a sociedade». E também não é captável pelas discussões recentes sobre os «óculos não-expostos em 2016 por Kevin Nguyen» no Museu de Arte Moderna de São Francisco (EUA)? 9. Porque o IMPRONUNCIALISMO ajuda a investigar e a compreender “o fundamento bioquímico do Património, e a filogenia da Relevância até à espécie humana”? Concretamente, ajuda a fazer a descrição bioquímica e a descrição dos percursos sinápticos e neuronais dos critérios/codificações da Estrutura da Relevância (ou Estrutura do Valor Patrimonial)? 10. O que a Gestão do Património necessita de alterar para conseguir captar e preservar as Obras-de-Arte hoje? E no futuro, com a introdução da Inteligência Artificial, da Robótica, da Física dos Materiais, dos Algoritmos, e a Mudança de Escala das obras? |