Conferência| सम्मेलन ANTROPOLOGIA: CAMINHOS DA REDEFINIÇÃO नृविज्ञान: पथ पुनर्व्याख्या की। Pedro Manuel-Cardoso Oficina Žylĕch| ಬೆಂಗಳೂರು| Bengaluru| Bangalore 6maio2017 |6 मई, 2017 Premissas da Discussão: 1) Se o Ser-Humano for uma forma/espécie de Vida, e não uma coisa anterior ou exterior a ela, então, será também “um sistema químico autónomo, originado por processos de autocatálise e auto-organização, capaz de seguir uma adaptação darwiniana” (NASA, 2015). Porque essa é a atual definição de Vida utilizada pela Ciência. 2) Porém esse sistema terá que vir de algo anterior, e poderá ou não pertencer ao mesmo fenómeno de Vida. Não existe uma prova científica que permita decidir sobre qual dessas duas hipóteses sobre a Origem é a verdadeira. 3) Assim sendo, nesta Discussão optámos arbitrariamente pela primeira. Logo, todos os nomes diversos que durante a Filogenia foram dados às formas/espécies de Vida pertencem ao mesmo fenómeno de Vida. Incluindo o de “Ser-Humano”. 4) Neste contexto, o objetivo e o objeto da Antropologia consiste em discernir o Programa que manipula o robot bioquímico designado vulgarmente por «corpo-humano» ou «sub-espécie homo sapiens sapiens». 5) Nesta Discussão, esse Programa é considerado como sendo a dita «especificidade» ou «lógica» do Ser-Humano. 6) O objeto e o objetivo da Antropologia é procurar o lugar e a materialidade desse Programa, se ele terá corpo/massa/matéria ou não. Logo, considerar o «Corpo desse Programa» como o «Corpo do Ser-Humano». Como uma coisa física e não metafísica, um corpo completamente diferente do «Corpo do homo sapiens sapiens». 7) O Corpo que a Antropologia procura é o «Corpo (a massa, matéria, suporte, coisa física) desse Programa» e o modo como ele funciona. |