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O MNA junta-se à
comemoração do Dia Internacional dos Museus, celebrado a 18 de maio,
e à Noite Europeia dos Museus, abrindo portas na noite de 20 de maio,
apresentando diversas iniciativas dirigidas aos mais variados tipos
de público e enquadradas no tema D"izer o indizível nos
museus".
Não perca...
Dia 18:
10h30
– Visita guiada “A Mumificação” *
O Museu Nacional de Arqueologia possui a maior coleção de
Antiguidades Egípcias do país. A apresentação destes testemunhos
materiais, nos quais se integram 3 múmias, é o convite para se
descobrir o ritual de preparação do corpo do defunto, como uma etapa
para garantir a eternidade.
Publico Alvo: 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico.
Outras informações: Sujeita a inscrição prévia, até 12 de maio.
Número mínimo de 10 participantes. Número máximo de 60 participantes.
11h00-13h00
– Ateliê “O amuleto do coração” *
Os participantes são convidados a decorar o ‘kheperer’, o amuleto
usado para que o coração do defunto não testemunhe contra ele no
julgamento de Osíris.
Publico Alvo: Público em geral
14h30
– Visita guiada “Os Romanos no Ocidente da Península Ibérica” *
A exposição “Religiões da Lusitânia” é o ponto de partida para
explorar o processo de romanização do atual território português.
Publico Alvo: 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico.
Outras informações: Sujeita a inscrição prévia, até 12 de maio.
Número mínimo de 10 participantes. Número máximo de 50 participantes
14h30
– Visita guiada “No tempo dos Flávios: O togado inacabado”
*
A toga de origem etrusca era uma peça de vestuário característica da
Roma Antiga e marca distinta do cidadão romano. O seu uso estava
interditado aos estrangeiros e aos escravos O togado inacabado,
proveniente da pedreira da Herdade da Vigária, é o convite para a
descoberta da toga, suas funções e estatutos.
Publico Alvo: Público em geral.
Outras informações: Sujeita a inscrição prévia, até 12 de maio.
Número mínimo de 10 participantes. Número máximo de 50 participantes.
16h00
– Sessão de leitura “Histórias de escravos: memórias controversas”
*
Partindo da obra de Arlindo Manuel Caldeira, Escravos em Portugal,
contam-se histórias e memórias indizíveis.
Publico Alvo: Público em geral.
Outras informações: Sujeita a inscrição prévia, até 16 de maio.
Número máximo de 20 participantes.
17h00
– Visita guiada “No caminho do Indizível: um bastão e uma exposição”
**
Pretende-se assinalar a importância do bastão nas sociedades
africanas em cerimónias e rituais, bem como símbolo de poder. Com a
sua companhia, faremos uma visita à exposição “Um Museu. Tantas
Coleções!”, desvendando o que existe por trás de cada objeto.
Publico Alvo: Público em geral.
Outras informações: Mediante inscrição. Número máximo 35 pessoas.
Dia 20:
15h00
– Visita guiada “A batalha de Kadech: uma história controversa”
*
O Museu Nacional de Arqueologia possui a maior coleção de
Antiguidades Egípcias do país. Estes testemunhos materiais são o
convite para se falar da grande batalha que o exército egípcio travou
contra os hititas e seus aliados.
Publico Alvo: Público em geral.
Outras informações: Sujeita a inscrição prévia no local. Número
máximo de 20 participantes.
15h30-18h00
– Ateliê “A estela de Kadech: uma história controversa”
*
Convidam-se os participantes a decorarem uma “estela” evocativa da
batalha de Kadech.
Publico Alvo: Público em geral.
15h30
– Peça do mês comentada “A inscrição de Arronches” por José Cardim
Ribeiro *
A inscrição de Arronches é uma das seis únicas inscrições rupestres
conhecidas, em língua lusitana mas escritas com letras latinas. Nela
se consagra o sacrifício de animais a divindades indígenas. José
Cardim Ribeiro revela-nos a história, significado e importância deste
testemunho epigráfico.
Publico Alvo: Público em geral.
18h00
– Sessão de leitura “Navio negreiro, navio tumbeiro: dizer o
indizível em museus” *
Foi através dos navios negreiros que os escravos africanos
atravessaram o atlântico. Que histórias se contam desse tráfico
humano? Que navios eram esses onde muitos dos embarcados morriam pelo
caminho?
Publico Alvo: Público em geral.
Outras informações: Sujeita a inscrição prévia, até 16 de maio.
Número máximo de 20 participantes.
21h00
– Visita guiada “No caminho do Indizível: um bastão e uma exposição”
**
Pretende-se assinalar a importância do bastão nas sociedades
africanas em cerimónias e rituais, bem como símbolo de poder. Com a
sua companhia, faremos uma visita à exposição "Um Museu. Tantas
Coleções!", desvendando o que existe por trás de cada objeto.
Publico Alvo: Público em geral.
Outras informações: Mediante inscrição. Número máximo 35 pessoas.
21h30
– Visita guiada “Um rosto. Uma mulher da dinastia Flávia” *
A exposição “Religiões da Lusitânia” integra, proveniente de Milreu,
um retrato em mármore de uma jovem mulher, que ostenta um
característico penteado em “ninho de vespa”, posto em voga por
influência de Júlia, filha de Tito, segundo imperador da dinastia
Flávia. Mas, quem foi Júlia e que papel desempenhou na casa imperial?
Publico Alvo: Público em geral.
Outras informações: Sujeita a inscrição prévia no local, até 12 de
maio. Número máximo de 20 participantes.
22h00
– Visita temática à Exposição “Lusitânia dos Flávios: a propósito de
Estácio e das «Silvas»”, com António Carvalho (MNA), Ana Lóio (FLUL),
Carlos Fabião (FLUL) e Catarina Viegas (FLUL) **
Os comissários científicos da exposição “Lusitânia dos Flávios” dão a
conhecer a obra poética de excelência de Públio Estácio (Nápoles,
45-c.96), as «Silvas», como a dinastia que tanto marcou a História de
Roma, a dos imperadores Vespasiano, Tito e Domiciano, através de
alguns dos objetos desta mostra.
Publico Alvo: Público em geral.
Para mais informações e marcações contacte:
* Maria José
Albuquerque
telef. 21 362 00 00
malbuquerque@mnarqueologia.dgpc.pt
** Filomena Barata
mbarata@mnarqueologia.dgpc.pt
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