Recentemente deu-se mais um passo no discernimento da comunicação impronunciável. Impronunciável no sentido de funcionar sem palavras nem símbolos (logo, sem imagética nem narrativa). Sem corpo (logo, sem motricidade/gestualidade nem oralidade). Seres-vivos que enviam e recebem «informação» servindo-se dos iões de potássio e sódio como canais de envio/recepção permitiu um avanço na compreensão do modo como a Comunicação organiza os seres-vivos em Comunidades, e constrói a sociabilidade. Só que agora, esses Seres-vivos, capazes de uma comunicação eléctrica mais eficaz e complexa do que a dos Seres-humanos, vivem na escala mícron (1–10 μm). Os resultados dessa investigação estão disponíveis no artigo de Gabriel Popkin publicado na «Quanta Magazine» (https://www.quantamagazine.org/bacteria-use-brainlike-bursts-of-electricity-to-communicate-20170905/ September 5, 2017):
Os modelos de comunicação utilizados para aceder ao Património (por exemplo nos «serviços educativos» e nas «exposições») que referi em “Para onde ides Objetos?” (P.M-C, 2010, ULHT) sofreram um avanço. Os profissionais do Património (e a Patrimologia), numa época onde proliferam os écrans e os smartphones, têm algo a aprender com estes novos dados. Pedro Manuel-Cardoso |
| Mensagem anterior por data: [Museum] Festa de Abertura 8.ª edição da Abertura de Ateliês de Artistas | Próxima mensagem por data: [Museum] ICOM Portugal com Página Renovada |
| Mensagem anterior por assunto: [Museum] Comunicado do Grupo Pro-Évora sobre o Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo | Próxima mensagem por assunto: [Museum] Concerto "NATAL EM PORTUGAL - Canções Tradicionais e Janeiras" |