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O direito à diferença, o dever de tolerância, o reconhecimento do outro, as questões, diria mais de equivalência que de igualdade,
passam pelo conhecimento e reconhecimento das identidades, das nossas e das dos outros. Só se respeita, troca, analisa, etc., o que se conhece e só assim, penso eu, é que se pode avançar para a interpelação e relação com “o outro”.
Francisco Maduro-Dias Técnico Superior (Museólogo) SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E CULTURA DIREÇÃO REGIONAL DA CULTURA Palacete Silveira e Paulo - Rua da Conceição 9700-054 Angra do Heroísmo - Terceira - Açores ( +351
295 403000 /
7 +351 295
403001 De: Francisco Lima [mailto:franciscopl@hotmail.com]
Eu diria mesmo mais: um
museu das identidades móveis ou das identidades em movimento, hoje em dia o problema não é a afirmação da identidade, mas sim a sua relação de igualdade com as outras, onde se incluí o
reconhecimento, a aceitação, a tolerância e o direito à diferença. FL De:
museum-bounces@ci.uc.pt <museum-bounces@ci.uc.pt> em nome de Isabel Victor <isabelvictor150@hotmail.com> Concordo e plenamente com esta perspectiva de FMDias "(...) um museu que recorde a migração, a mistura, a interpenetração, essa novidade, seria uma muito boa contribuição para a reflexão necessária e urgente sobre a forma de gerir
conflitos e vez de os gerar. Seria um museion, inspirador de atitudes porque construtor de consciências, em vez de mais uma casa albergue de narrativas do passado. Seria uma óptima contribuição para um olhar inteligente sobre a tal identidade europeia,
sobre que tanto se fala e tão pouco se faz. Desculpem, se fui longe demais, no meu sentir de ilhéu, de açoriano, de português do Atlântico."
Francisco Maduro-Dias Ilha Terceira - Açores
um museu que recorde a migração, a mistura, a interpenetração, essa novidade, seria uma muito boa contribuição para a reflexão necessária e urgente sobre a forma de gerir conflitos
e vez de os gerar. Seria um museion, inspirador de atitudes porque construtor de consciências, em vez de mais uma casa albergue de narrativas do passado. Seria uma óptima contribuição para um olhar inteligente sobre a tal identidade europeia, sobre
que tanto se fala e tão pouco se faz. Desculpem, se fui longe demais, no meu sentir de ilhéu, de açoriano, de português do Atlântico. Francisco Maduro-Dias Ilha Terceira - Açores |
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