![]()
|
|
|
Uma
Orquestra, Três Escolas.
|
|
|
|
Não consegue
visualizar a newsletter? Clique aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
![]()
BACH: PAIXÃO SEGUNDO SÃO JOÃO
Concerto de Páscoa
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Coro Sinfónico Lisboa Cantat
Domingo, 25
de março, 17h00, Grande Auditório do Centro Cultural de Belém
J. S. Bach Paixão
Segundo São João, BWV 245
Solistas
Eduarda Melo soprano, Carlo Vistoli contratenor
Marco Alves dos Santos tenor
e tenor / Evangelista, Christian Luján baixo
/ Pilatos
José Corvelo baixo
/ Jesus, Jorge Vaz de Carvalho baixo
Maestro
do Coro Jorge
Carvalho Alves
Maestro Enrico Onofri
A Paixão Segundo
São João de J. S. Bach é uma Oratória de
1724 que junta à orquestra um
coro e quatro cantores solistas na interpretação
da mais dramática sequência de episódios que se lê na bíblia.
Comparativamente à Paixão
Segundo São Mateus – a única outra «Paixão» de
Bach que nos chegou, e que foi composta alguns anos mais tarde –, é mais
comedida na ostentação de
recursos. Por entre páginas de grande exaltação,
firma-se num registo poderosamente meditativo. Sucedem-se corais, árias e
recitativos pontuados pela contenção
e pela subtileza, denotando uma profunda atenção
à essência das palavras. O sofrimento de Jesus precedente à crucificação é o eixo em torno do qual se desenvolve
toda a narrativa, desde a prisão no Monte das Oliveiras até ao momento em
que o corpo é descido da cruz.
A Negação de Pedro, a
crueldade de Pilatos, a coroa de espinhos e o vinagre… são imagens que,
independentemente da fé, nos mergulham em pensamento e comoção. Sem tela nem pincel, a música de J. S.
Bach mostra sombras e luzes que só a imaginação
alcança.
COMPRAR
|
|
|
|
|
|
|
|
|
![]()
![]()
São João o Evangelista | Pintura de Frans Hals
(1582/1583-1666) | Fonte: Wikimedia Commons
SEGUNDO SÃO JOÃO
A Paixão Segundo São João de Johann Sebastian Bach é uma Oratória que junta uma orquestra, um coro e quatro cantores
solistas na interpretação da
mais dramática sequência de episódios que se lê na bíblia. Por entre
páginas de grande exaltação
expressiva, estende-se um registo ora dramático ora meditativo.
Sucedem-se recitativos, árias e corais que alcançam pontualmente uma
solenidade majestosa, mas com uma contenção
e subtileza que denotam uma profunda atenção
à essência das palavras.
**
Ao longo dos tempos
admitiu-se que Bach tivesse composto cinco Oratórias sobre os textos
bíblicos da Paixão de Cristo. Só duas chegaram aos nossos dias, a Paixão Segundo São João e
a Paixão
Segundo São Mateus. Terá existido uma Paixão
Segundo São Marcos, cuja partitura se perdeu, uma outra Segundo São
Lucas, cuja autoria é hoje considerada espúria, e uma versão
exclusivamente coral também sobre o evangelho de São Mateus. A Paixão Segundo São João é,
hoje em dia, relativamente menos conhecida do que a Paixão Segundo São Mateus,
a qual foi composta poucos anos mais tarde. De certo modo, a primeira tem
sido relegada para um plano secundário das programações das salas de
concerto, uma circunstância que se deve, em parte, a um equívoco
histórico. A facto do libreto enunciar explicitamente o povo judeu suscitou leituras antissemitas no
período seguinte à Segunda Grande Guerra, dando origem a um estigma que
já vai sendo esquecido e ultrapassado. De resto, a configuração genérica de ambas é muito semelhante,
muito embora a Paixão Segundo São João seja mais
comedida na ostentação de
recursos e tenha uma duração
mais curta, cerca de duas horas. Destinou-se, originalmente, ao serviço
de vésperas da primeira Sexta-Feira Santa que Bach passou em Leipzig, em
1724. Foi aí apresentada cerca de quatro vezes, em anos diferentes, e
sempre com a introdução de
alterações. Assim, existe uma segunda versão da partitura datada de 1725,
outra de cerca de 1730 e uma derradeira de 1749, a qual recupera
em grande medida a versão original.
O libreto inclui os
capítulos 18 e 19 do Evangelho de São João, na tradução para a língua alemã realizada por Martinho
Lutero. A estes juntam-se
outros textos, em virtude da livre concepção
poética e dramatúrgica concebida pelo próprio compositor. Deste modo,
inclui também breves passagens do Evangelho de São Mateus e textos
não-litúrgicos que parafraseavam passagens bíblicas. No conjunto, o enredo baseia-se nos tradicionais
cinco atos que precedem a morte de Cristo. Primeiro no Monte das
Oliveiras, onde é preso. Depois no templo dos Sacerdotes e junto de Pilatos, quando é traído e condenado.
Por fim, a crucificação e o
sepulcro.
Cada uma destas
secções assemelha-se a uma pequena cantata, sendo as partes vocais
distribuídas entre um tenor que canta a narrativa evangélica, uma voz de
baixo que canta as palavras de Cristo, Pilatos e Pedro, as vozes mais
agudas que interpretam as restantes figuras evocadas, e o coro, que se
encarrega de expressar as exclamações das multidões e as reflexões mais
contemplativas. No conjunto,
apresenta-se uma síntese de vários estilos musicais e tradições. Quatro
das doze peças corais desta oratória escutam-se na primeira parte, o
primeiro terço de uma partitura que seria intervalada pelo sermão da
missa. Distingue-se claramente dois níveis de discurso que intercalam e
contrapõem duas dimensões psicológicas, um protagonizado pela
característica textura homofónica dos hinos, e outro pelas árias, recitativos
e restantes coros. As árias evidenciam uma maior complexidade
técnico-musical. Traduzem emoções e sentimentos de compaixão e gratidão
relativamente a Jesus, chorando o lamento do seu sacrifício.
Ao longo da obra
destacam-se vários momentos: desde logo, o coro inicial «Senhor, nosso
Soberano», uma prece que nos desperta para a importância do tema; a
tormentosa ária para tenor «Ó, alma minha, para onde queres tu ir, onde
poderei consolar-me?», acompanhada por todos os instrumentos da
orquestra; o coral que se segue meditando sobre a traição de Pedro e que encerra a primeira parte; o
momento de exteriorização
dramática em que o povo de Jerusalém clama pela crucificação de Jesus de Nazaré; o coral «Pela tua
prisão, ó Filho de Deus, veio-nos a liberdade.», porventura o «coração» de toda a oratória; o sentido lamento da
ária para voz contralto «Tudo está consumado!». Realça-se, sobretudo, uma
dimensão humana da figura de Cristo que reforça a tragédia do seu
sofrimento. Este efeito é conseguido através de um tratamento vocal muito
sóbrio, por vezes acompanhado pelo mais simples baixo contínuo.
Saber mais
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
14
quarta-feira, março 2018
21:00
|
|
|
|
Outros Projetos
BANDA SONORA -
UMA CRIAÇÃO DE RICARDO NEVES-NEVES E FILIPE RAPOSO
SÃO
LUIZ TEATRO MUNICIPAL
Em Banda Sonora é a composição musical que despertará uma ideia de encenação/ambiente
e por conseguinte um texto. O ponto de partida será, portanto, a banda
sonora e a composição musical
criada pelo pianista, compositor e orquestrador Filipe Raposo. ...
Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
15
quinta-feira, março 2018
18:30
|
|
|
|
Temporada Música de Câmara
O Trombone Virtuoso
SOCIEDADE
PORTUGUESA DE AUTORES
Desde as primeiras décadas do
século passado, foram vários os compositores europeus que se deixaram
seduzir pelo Jazz norte-americano, sobretudo em França. Essa influência
manifesta-se em obras de Milhaud e Ravel, mas também de outros
compositores me...
Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
15
quinta-feira, março 2018
18:30
|
|
|
|
Temporada Música de Câmara
Haydn, Amaral
IMPRENSA
NACIONAL (BIBLIOTECA) - Rua da Escola Politécnica, 135
A combinação
num mesmo programa do Quarteto de Cordas Op. 9/2 de Joseph Haydn com o
Quarteto de Cordas N.º 1 de Pedro Amaral resulta numa experiência
paradoxal. É notório o contraste entre texturas sonoras tão diferentes, o
que ilustra bem a dificuld...
Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
15
quinta-feira, março 2018
21:00
|
|
|
|
Outros Projetos
BANDA SONORA -
UMA CRIAÇÃO DE RICARDO NEVES-NEVES E FILIPE RAPOSO
SÃO
LUIZ TEATRO MUNICIPAL
Em Banda Sonora é a composição musical que despertará uma ideia de encenação/ambiente
e por conseguinte um texto. O ponto de partida será, portanto, a banda
sonora e a composição musical
criada pelo pianista, compositor e orquestrador Filipe Raposo. ...
Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
16
sexta-feira, março 2018
13:00
|
|
|
|
Temporada Música de Câmara
Haydn, Amaral
PAÇOS
DO CONCELHO DA CML
A combinação
num mesmo programa do Quarteto de Cordas Op. 9/2 de Joseph Haydn com o
Quarteto de Cordas N.º 1 de Pedro Amaral resulta numa experiência
paradoxal. É notório o contraste entre texturas sonoras tão diferentes, o
que ilustra bem a dificuld...
Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
16
sexta-feira, março 2018
18:30
|
|
|
|
Temporada Música de Câmara
Música Francesa
para Flauta Solo e Duo de Flautas
CASA
FERNANDO PESSOA
Música Francesa para Flauta
Solo e Duo de Flautas Sexta-feira, 16 de março, 18h30, Casa
Fernando Pessoa M. Marais Les folies d’Espagne, para flauta
solo F. Devienne Duos concertantes N.º 2 e N.º 3, Op. 53 T.
Berbiguier Seis duet...
Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
16
sexta-feira, março 2018
19:00
|
|
|
|
Temporada Música de Câmara
O Trombone
Virtuoso
AUDITÓRIO
DO ISEG
Desde as primeiras décadas do
século passado, foram vários os compositores europeus que se deixaram
seduzir pelo Jazz norte-americano, sobretudo em França. Essa influência
manifesta-se em obras de Milhaud e Ravel, mas também de outros
compositores me...
Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
16
sexta-feira, março 2018
21:00
|
|
|
|
Temporada OAM
Sinfonia Militar
AUDITÓRIO
DA REITORIA DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA
Ambas da autoria de Mozart, não
se confunda a Serenata Haffner com a Sinfonia N.º 35, que também se
conhece por esse nome. A primeira consiste numa série de peças que ora se
parecem com andamentos de uma sinfonia ora com andamentos de um concerto
par...
Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
16
sexta-feira, março 2018
21:00
|
|
|
|
Outros Projetos
BANDA SONORA -
UMA CRIAÇÃO DE RICARDO NEVES-NEVES E FILIPE RAPOSO
SÃO
LUIZ TEATRO MUNICIPAL
Em Banda Sonora é a composição musical que despertará uma ideia de encenação/ambiente
e por conseguinte um texto. O ponto de partida será, portanto, a banda
sonora e a composição musical
criada pelo pianista, compositor e orquestrador Filipe Raposo. ...
Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
17
sábado, março 2018
11:00
|
|
|
|
Concertos EPM
Orquestra de
Sopros da Metropolitana
TEATRO
THALIA
Orquestra de Sopros da
Metropolitana Sábado, 17 de março, 11h00, Teatro Thalia L.
Bernstein Abertura da opereta Candide (arr. Clare
Grundman) D. Wilson Piece of Mind D. Maslanka Traveler L.
Bernstein Divertimento (arr. Clare Grund...
Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|