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Olá! Se
tiver oportunidade de ler o texto acessível em http://persuaccao.blogspot.pt/2018/01/alentejo-o-inferno-verde.html,
com muitas e bem elucidativas imagens, compreenderá porque ouso recomendar a
sua leitura aos membros das três listas. - À
gente da histport, porque assim se
continua a História de Portugal: era florestado o Alentejo; dizem que daí veio também
muita madeira para caravelas, naus e embarcações afins; depois, foi a ideia de
o tornar o «celeiro de Portugal»; agora, é o que se vê (ou não se vê, mas
existe!...); - Aos
membros da museum, porque aí também
se trata do património ambiental e tudo leva a crer que a biodiversidade foi,
em terras de Beja, chão que deu uvas e a defesa do ambiente atirada às urtigas; - Aos
entusiastas (que ainda os há, felizmente) pelas coisas da Arqueologia, dir-se-á que era fecundo em
vestígios arqueológicos de villae
em torno da colonia Pax Iulia todo
o termo da cidade; e, para plantar olival, há que ir bem ao fundo no terreno,
com máquinas que não têm olhos e não sabem distinguir um torrão dum solo com
mosaicos ou um muro de propriedade da parede de uma casa romana… E así se hacen las cosas,
diria uma das personagens dum auto de Gil Vicente!... José d’Encarnação |
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