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Apoio
inteiramente a sugestão de Pedro Manuel-Cardoso. Tive membros
da família ligados a essa loja e sei, também por isso, o enorme significado
patrimonial que detém, um património que é material – como refere o Pedro,
«tecidos, texturas, tonalidades» - mas que é, de modo especial, um património
imaterial, tão bem caracterizado nas duas frases que vêm a seguir: «Um modo de
trajar. Um ritual de várias gerações que por ali passou». Dou
conhecimento destas duas mensagens ao MUDE. E desafio quantos concordem
connosco a fazerem pressão nesse sentido. «Museum» acolherá todos os depoimentos! J.
d’E. De:
museum-bounces@ci.uc.pt [mailto:museum-bounces@ci.uc.pt] Em nome de Pedro Pereira
Mais uma loja histórica de Lisboa que desaparece. Refiro-me à Casa Frazão, na rua Augusta.
Tecidos, texturas, tonalidades. Um modo de trajar. Um ritual de várias gerações
que por ali passou. Que atraiu o “ir à
Baixa” de tantas Pessoas.
Não é possível resistir ao poder do dinheiro e do imobiliário. É a
transformação dos sítios e dos lugares. A mudança nas Memórias.
Talvez seja para obviar a essa inevitabilidade que, em parte, existem os
Museus.
Não sei se valeria a pena reconstituir parte da Casa Frazão no Museu do Design e da Moda (MUDE). Se for
pertinente, aqui fica a sugestão. Pedro
Manuel-Cardoso
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