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[Museum] IMPRONUNCIALISMO E CIÊNCIA: património, evolução e religião| Debate e Conferência| 14junho2018| Oficina Žylěch| por Pedro Manuel-Cardoso

Subject :   [Museum] IMPRONUNCIALISMO E CIÊNCIA: património, evolução e religião| Debate e Conferência| 14junho2018| Oficina Žylěch| por Pedro Manuel-Cardoso
From :   Pedro Pereira <pedropereiraoffic@outlook.com>
Date :   Thu, 14 Jun 2018 13:51:02 +0000

 

 

Debate e Conferência

 

IMPRONUNCIALISMO E CIÊNCIA: património, evolução e religião

por Pedro Manuel-Cardoso

 

 

O Debate será organizado nas seguintes quatro partes:

 

1 – CIÊNCIA: De facto, foi o próprio Descartes que confessou que o seu “Discurso do Método para conduzir a Razão e procurar a Verdade através da Ciência” (obra basilar do Positivismo e do Realismo, publicado em Leiden em 1637) nasceu de um sonho que teve na noite de 10 para 11 de novembro de 1619. E Darwin, na sua autobiografia (1887), também confessou que a sua «teoria da evolução» não era senão um «argumento». E Einstein afirmava constantemente que «50% da física era imaginação», e que o movimento das partículas que pensou, eram imagens mentais criadas conscientemente, para depois serem calculadas e expressas em equações. PORÉM isso não implica abdicar da Ciência. Nem abdicar da parte Física da especificidade humana, que ocorrerá a uma Escala diferente (próxima da de Planck?), e a montante da Química e da Biologia.

 

2 – EVOLUÇÃO: Porque o darwinismo e neo-darwinismo caíram na ilusão de que houve «Evolução» após o surgimento da «Vida» (enquanto «um sistema químico autónomo capaz de auto-catálise e de auto-organização», 2013)? Ora, desde esse momento os fenótipos (incluindo o ADN, o ARN, as moléculas e as células) reproduzem e repetem sempre essa lógica. Portanto, não houve alteração, mutação, ou «evolução» em relação a essa «Vida». A «variação-adaptação-seleção» proposta pelo darwinismo e pelo neo-darwinismo não explicam a «Evolução», apenas explicam as diferenças nos fenótipos criados por essa lógica intrínseca que não se alterou desde o momento inicial da «Vida». Logo, a fronteira do conhecimento sobre a «Vida» e sobre a sua «Evolução» ainda não foi atingida, visto que se situa entre a «realidade química» e a «realidade física». Assim sendo, o «Ser-humano» (enquanto corpo do H. sapiens sapiens) é apenas uma das muitas possibilidades da Continuidade da Vida no seio da Natureza/Existência.

 

3 – RELIGIÃO: A fronteira entre a Religião e a Ciência situa-se entre a «realidade Física» (coisa, massa, energia, partícula, fluxo, onda, vazio, vácuo, consciência, imaginação, intuição, realidade, real, etc.) e uma «realidade Diferente dessas». Religião e Ciência não estão no mesmo plano nem ocorrem no mesmo lugar; logo, são assuntos matematicamente «paralelos». Ainda falta percorrer o caminho até ao final da «realidade Física» para ser acedível pela razão e pela consciência humana.

 

4 – PATRIMÓNIO: O «Património» ajuda a escolher (decidir) o que é Relevante nesse caminho a percorrer entre essas fronteiras do conhecimento. É um assunto de «Presente» e de «Futuro» e jamais de «Passado».

 

 

Oficina Žylěch

14junho2018

 

 

 

 


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