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[Museum] 24 NOV | INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO "OLHOS VIVOS", DE ÇÃO PESTANA

To :   <museum@ci.uc.pt>
Subject :   [Museum] 24 NOV | INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO "OLHOS VIVOS", DE ÇÃO PESTANA
From :   Raquel Guerra <rg@raquelguerra.org>
Date :   Tue, 20 Nov 2018 13:33:32 +0000

Title: 24 NOV | INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO "OLHOS VIVOS", DE ÇÃO PESTANA
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Raquel Guerra

Curadoria, investigação e gestão de coleções

"Olhos Vivos"
de Ção Pestana
Curadoria: Raquel Guerra
Inauguração: 24 de novembro, às 16h
Encerramento: 5 de janeiro, 2019
Local: Espaço Mira, Porto
Olhos Vivos K, 2018
intervenção em imagem digital (pormenor)
Assunção Pestana nasceu no Funchal, em 1953.
Artista visual e professora universitária.
Possui bacharelato em Cine-Vídeo (1986), licenciatura em Arte, Arqueologia e Restauro/DESE (1990), mestrado em História Ibero Americana (1996), doutoramento em Didática e Organização Educativa (2011).
Na qualidade de investigadora na área artística tem participado, como palestrante, em diferentes congressos e publicado em atas/artigos nos domínios da das Artes Visuais, TICS e Educação Artística.
Em 1975/1978, Ção Pestana inicia a sua intervenção pública e artística no CAPC e no Coletivo GICAPC/CAPC.
Em 1979, com a exposição "Anéis de Vénus", no CAPC, inicia o se percurso artístico individual. Com Wolf Vostell mantém uma ligação de trabalho duradoura: participa e coopera em diferentes eventos do Museu Vostell, realizando vários trabalhos no domínio da performance, dos quais se destacam: “Como Tu Boca” (1979)/“Comidas Portuguesas”(1979).
Foi membro do grupo Inter-Criatividades, CAPC, entre 1979-80.
Realiza varias exposições individuais, das quais destacamos “Anéis de Vénus”, CAPC, e “Vénus/Ção”, CAPC, e participa em exposições coletivas: “Artistas Portugueses de Hoje”, Museu de Arte Moderna de S.Paulo, Brasil, “50 Anos de Arte Portuguesa”, Museu Calouste Gulbenkian, “Uma questão de Género”, Edifício Axa, Porto, “30 Anos da Bienal de Vila Nova de Cerveira, Exposição dos Artistas Premiados”, “Line Up. As Esposas da Arte”, Conferencia - Performance, CAPC, “500 Anos da Fundação da Madeira”, Museu de Arte Contemporânea do Funchal, “Experiência da Forma II”, Museu de Arte Contemporânea do Funchal, “Espacio P. 1981-1997”, Centro de Arte Dos de Mayo, Madrid (2017), LABoral Centro de Arte, Gijón (2018) e TEA - Tenerife Espacio de las Artes, Ilhas Canárias (2018).
A sua obra integra as coleções do Museu de Arte Contemporânea do Funchal, do Espacio P. (Pedro Garhel), Madrid, e Museu da Bienal de Vila Nova de Cerveira.
A sua obra reescreve a iconografia feminina. Ção Pestana reflete sobre o tempo, a memória, as relações de poder, a marginalização, a tortura e as questões de género. Intervenciona os registos visuais das suas performances, (re)criando, assim, novas peças.
A influência da Ciência no seu trabalho (Ção Pestana começou por estudar Medicina) é visível na utilização de elementos próprios dessa área: trabalha com caixas de Petri nas quais coloca, por exemplo, soluções de glicose e bolor juntamente com pedaços de fotografias.
Desenvolve performances, presenciais e/ou registadas em diferentes suportes, nomeadamente a performance “Alternâncias”, que recebe uma Menção Honrosa na III Bienal de Vila Nova de Cerveira, em 1982.
Em 1983 realiza a instalação/performance vídeo “Ária II”, financiada pela SEC, que apresenta na Galeria Árvore, no Porto. Foi membro do “VídeoPorto”, grupo de videastas no Porto.
Desenvolve vários trabalhos em vídeo, com destaque para a peça “Alternâncias”, com composição sonora de Aldo Brizi, com a qual ganha o prémio de videoarte portuguesa da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1986.
Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1987, em Madrid, apresenta um extensa produção artística nesse período.
Em 2005 é homenageada pelo grupo IMAM.
Participa em diferentes Bienais de Vila Nova de Cerveira, como por exemplo: a 15ª Bienal, em 2008, com a instalação “Imagens Cínicas”, sobre a questão da relação entre imagem e memória (obra pertencente ao Museu de Vila Nova de Cerveira); a 16ª Bienal de Cerveira com a instalação “Welcome”, constituída por uma réplica de um cabine de votação; a 19ª Bienal, com "Infras 1/2" (fotografia digital) e a 20ª Bienal com "Telegénic", em 2018.
Em 2016 expôs individualmente na Fábrica Social – Fundação José Rodrigues, Porto, onde apresentou a instalação "Refuseds", interrogando-se sobre o lugar/espaço dos recusados.
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Rua de Miraflor, 159
4300-334 Campanhã, Porto
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