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Permite afirmar que os «objetos algébricos-geométricos» podem ser considerados como «objetos puramente analíticos». Concretamente, que, as «estruturas
da geometria algébrica associadas a uma representação através de um ‘grupo de Galois’» (Lgal) podem ser considerados «modelos/estruturas de análise do tipo das funções L associadas a formas automórficas (Laut)».
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Assim sendo, em termos epistemológicos, a ‘Existência’ é sempre diferente do ‘Real’. O ‘Real’ é o máximo que a atual cognição humana consegue,
no seu esforço para aceder à ‘Existência’ (fenomena). Logo, o que a ‘Existência’ é, inevitavelmente, não passa de uma equivalência (abstrata e forçada) com aquilo que se designa atualmente por ‘Real/Realidade/Objetividade/Evidência’.
Em termos da Patrimologia (estudo e investigação do
Património) permite constatar a correlação, quer das escolas estéticas da Arte quer das formas arquitetónicas produzidas no decorrer das épocas e as formas algébricas-geométricas das estruturas/objetos matemáticos considerados nessas épocas mais
relevantes (veja-se essa correlação entre as formas arquiteturais e as obras-de-arte e as fórmulas de Pitágoras (a2+b2=c2), Newton (F=ma), Euler (eiÕ+1=0),
ou Einstein (E=mc2).
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