A sensação é que Manolo não nos deixou: apenas cumpriu o que era preciso cumprir na vida terrena – com entusiasmo, dedicação, muito desprendimento e – sempre! – enorme dinamismo para alcançar os objectivos fixados. Correspondíamo-nos amiúde, quer durante o período de actividade “oficial” (as permutas ERASMUS Coimbra / Saragoça / Coimbra foram importantes), quer já em tempo de aposentação, em que me brindava, de vez em quando, com a imagem de apetitoso petisco que preparara, acompanhado de um vinho da sua predilecção, ou a fotografia de um dos seus gatos brincalhões, sabendo que partilhávamos essa companhia felina. Não já por escrito mas em pensamento, vamos continuar nessa partilha. Até sempre, caríssimo Manolo! José d’Encarnação |
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