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Património de A a Z
As vicissitudes das coleções de vasos gregos em Portugal no século XIX, por Rui Morais
Solar Condes de Resende | 12 de setembro, às 15h00
Possibilidade de participação presencial e por videoconferência:
ID da Reunião: 311 442 085 299 996
Código de acesso: TJ9EX7qv
A história dos colecionadores e das coleções remonta à Antiguidade. Desde o colecionismo apaixonado de Cícero até às reflexões museológicas de Vitrúvio, os dados fornecidos por Plínio destacam-se como um verdadeiro guia dos museus de Roma.
Mas, com a queda de Roma, o gosto pela Antiguidade só foi retomado no Renascimento e desenvolveu-se ainda mais durante o século XIX, o auge do colecionismo e da formação da maioria dos principais museus em toda a Europa. Todos estes museus, incluindo os de Portugal,
beneficiam, na sua origem, do espólio de grandes colecionadores e artistas. Neste breve
excursus sobre as coleções de vasos gregos do século XIX em Portugal, deve ser mencionada a coleção de Marciano Azuaga, atualmente no Solar dos Condes de Resende, em Gaia.
Rui Manuel Lopes de Sousa Morais nasceu no Porto em 1969 e é licenciado em História, variante de Arqueologia pela Universidade de Coimbra. Mestre em Arqueologia Urbana, doutorado
em Arqueologia e com Agregação em Arqueologia, na área do conhecimento de Materiais e Tecnologias pela Universidade do Minho. Foi professor na Universidade do Minho e é atualmente Professor Associado com Agregação da Faculdade de Letras da Universidade do
Porto. Entre os seus trabalhos de investigação, tem dedicado uma atenção especial ao estudo do comércio na Antiguidade, com inúmeros trabalhos publicados, a título individual ou com outros autores nacionais e estrangeiros. É investigador do Centro de Estudos
Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra (CECH). Foi consultor da Fundação Calouste Gulbenkian para as antiguidades e é membro do Comité Científico do Projeto
IBERIA GRAEGA.
"Património de A a Z" é um ciclo de palestras dedicadas à análise do desenvolvimento da cultura científica ao longo do século XIX, por especialistas convidados, com ênfase no processo de autonomização das diversas áreas das Ciências do Património, mas também
a sua repercussão na historiografia e museologia, desde o final do século XIX até à contemporaneidade.
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