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[Histport] Bruxelas, cidade de exílios, auditório do museu do Aljube, 12/12/2017

To :   histport <histport@ml.ci.uc.pt>
Subject :   [Histport] Bruxelas, cidade de exílios, auditório do museu do Aljube, 12/12/2017
From :   Linda M <linda@portugalmail.com>
Date :   Thu, 07 Dec 2017 22:12:27 +0000

Bruxelas, cidade de exílios
12 de dezembro, às 18h30 min
Auditório do museu do Aljube
Helena Cabeçadas
Chiado editora, 2014
Apresentação de Teresa Rita Lopes e Raimundo Narciso
 
 
Um livro sobre a descoberta exaltante da europa por uma jovem estudante ida de um país submetido à ignorância, ao medo e à guerra.
 
Na universidade livre de Bruxelas pelo final da década de 60, jovens de todos os lados erguiam a utopia de um mundo novo.
 
Autor: Helena Cabeçadas
Data de publicação: fevereiro de 2014
Número de páginas: 112
ISBN: 978-989-51-0970-8
Coleção: Bíos
Género: Biografia
 
Sinopse
“Entrar pela primeira vez na Universidade Livre de Bruxelas foi, para mim, uma experiência exaltante. Por todo o lado havia bancadas com livros, panfletos e bandeiras das mais diversas e opostas opções ideológicas: socialistas, comunistas, anarquistas, liberais, maoístas, dos movimentos pacifistas contra a guerra do Vietname, pela libertação dos povos colonizados, de apoio à revolução cubana, aos movimentos de defesa dos direitos cívicos, do Black Power... As bandeiras negras e vermelhas agitavam-se alegremente ao som das músicas revolucionárias, como a Internacional ou as canções de protesto francesas e anglo saxónicas. Para alguém que, como eu, vinha de um país submetido a uma longa ditadura, no qual toda a diversidade de pensamento era excluída e ferozmente perseguida, foi uma revelação, uma maravilha! (...) Apesar de me considerar comunista na altura, fiquei encantada com a coexistência democrática e livre das diferentes opções ideológicas. A possibilidade de ler e discutir em liberdade os mais diversos textos políticos e filosóficos foi uma sensação fantástica e que me fez sentir, literalmente, asas nos pés.”
 
Helena Cabeçadas
 
Nasceu em Lisboa, em 1947. Frequentou os Liceus Salazar (na então Lourenço Marques), D. Filipa de Lencastre e Rainha D. Leonor, em Lisboa, tendo sido expulsa e impedida de terminar o último ano do Liceus, na sequência das revoltas estudantis contra a ditadura de Salazar. Foi assim obrigada a exilar-se aos 17 anos, na Bélgica, onde se licenciou em Ciências Sociais e fez uma pós-graduação em Psicossociologia do Trabalho, na Universidade Livre de Bruxelas. Mais tarde, já na Universidade Nova de Lisboa, fez o Mestrado em Antropologia Urbana, defendendo uma tese intitulada “Rituais Terapêuticos e Toxicodependência – uma abordagem antropológica”. Após o seu regresso a Portugal, em 1975, exerceu funções docentes em diferentes estabelecimentos de Ensino Superior (Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Instituto Superior do Serviço Social, Universidade Lusófona e Universidade Lusíada) e integrou o quadro do Centro de Estudos e Profilaxia da Droga, quando da sua formação, em 1977.
Em 1982 obteve uma bolsa Fulbright para Filadélfia (EUA), onde trabalhou no Philadelphia Psychiatric Center (Drug Treatment Program) e frequentou Seminários de Cross Cultural Communication na Universidade de Pennsylvania. Em 1984 foi requisitada pelo Governo de Macau para desempenhar tarefas de estudo e investigação na área da toxicodependência e saúde mental. Aí foi também Professora na Escola Superior de Enfermagem e investigadora na Universidade Chinesa de Hong Kong. Coordenou projetos europeus sobre a temática das Drogas e Imigração, tendo sido redatora da Revista Europeia “Ítaca”. É membro do European Working Group on Drug Oriented Research (EWODOR), da European Federation of Therapeutic Communities (EFTC) e autora de vídeos e de dezenas de artigos científicos em revistas portuguesas e estrangeiras sobre a temática das drogas e cultura, prevenção das toxicodependências, comunidades terapêuticas e comunicação intercultural. Apresentou conferências, nestas áreas, em Filadélfia, Washington, Hong Kong, Macau, Tokyo, Lisboa, Porto, Amesterdão, Copenhaga, Berlim, Oslo, Paris, Stirling e Montréal. Em 2013 publicou o livro “Bruxelas, Cidade de Exílios” (Chiado Editora).

http://www.bulhosa.pt/livro/bruxelas-cidade-de-exilios-cabecadas-helena/

6% do território de Portugal continental está em seca severa e 94% em seca extrema, por isso leia isto para ver se o S. Pedro nos brinda com chuva nos próximos dias:

Avé Maria cheia de graça
O Senhor é convosco,
Bendita sois Vós entre as mulheres,
E bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus,
Rogai por nós pecadores,
Agora e na hora da nossa morte
Amém

 






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