Então é assim:
«Para França enviámos em Janeiro de 1917 um "Corpo Expedicionário Português" (CEP) com cerca de 7 mil homens, que foi primeiro comandado pelo General Fernando Tamagnini e, depois, em Setembro, pelo Coronel promovido a General Gomes da Costa.» (p. 343)
«O balanço final da participação de Portugal na Primeira Grande Guerra é simples de enunciar: no plano político, atingimos todos os nossos objectivos, e sucedeu até que a defesa do Ultramar Português passou a ser sacralizada como dever patriótico pelos dirigentes da Primeira República, tradição que Salazar herdou e procurou manter; no plano militar, perdemos uma batalha na Europa, frente aos Alemães, participámos com Ingleses e Franceses em pequenas vitórias em solo francês; e ganhámos quase todos os embates em Angola e Moçambique contra aqueles.» (p. 345)Relativamente ao caso Augusto Castilho: «Um submarino alemão tentou destruir o navio, mas o valente oficial da Armada Portuguesa combateu denodadamente até a sua canhoeira ser afundada: morreram o comandante e todos os marinheiros da respectiva tripulação - honra lhes seja feita - mas em consequência da sua luta.» (p. 345).
E por fim, para terminar em beleza, diz o autor:
«O nosso esforço de guerra em Angola foi bem sucedido a partir de 1917» (p. 347).Etc.
Talvez, os historiadores devessem escrever à editora …
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