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Re: [Histport] [Archport] O livro de Freitas do Amaral "Da Lusitanea a Portugal"

To :   Alexandre Monteiro <no.arame@gmail.com>
Subject :   Re: [Histport] [Archport] O livro de Freitas do Amaral "Da Lusitanea a Portugal"
From :   "ricardo.charters" <ricardo.charters@gmail.com>
Date :   Sat, 27 Jan 2018 12:53:16 +0000

Nso fui mas indicar o nome de uma doutoranda nao seria conveniente. Acho eu... O objetivo é julgo que estamos de acordo e o de criticar o livro



Enviado a partir do meu smartphone Samsung Galaxy.

-------- Mensagem original --------
De: Alexandre Monteiro <no.arame@gmail.com>
Data: 27/01/18 12:36 (GMT+00:00)
Para: Ricardo Charters d'Azevedo <ricardo.charters@gmail.com>
Cc: histport <histport@ml.ci.uc.pt>, archport <archport@ci.uc.pt>
Assunto: Re: [Archport] O livro de Freitas do Amaral "Da Lusitanea a Portugal"

Foi você quem detectou esses erros e omissões, Ricardo? :D

On 27 Jan 2018 12:10, "Ricardo Charters d'Azevedo" <ricardo.charters@gmail.com> wrote:

Então é assim:

«Para França enviámos em Janeiro de 1917 um "Corpo Expedicionário Português" (CEP) com cerca de 7 mil homens, que foi primeiro comandado pelo General Fernando Tamagnini e, depois, em Setembro, pelo Coronel promovido a General Gomes da Costa.» (p. 343)
«O balanço final da participação de Portugal na Primeira Grande Guerra é simples de enunciar: no plano político, atingimos todos os nossos objectivos, e sucedeu até que a defesa do Ultramar Português passou a ser sacralizada como dever patriótico pelos dirigentes da Primeira República, tradição que Salazar herdou e procurou manter; no plano militar, perdemos uma batalha na Europa, frente aos Alemães, participámos com Ingleses e Franceses em pequenas vitórias em solo francês; e ganhámos quase todos os embates em Angola e Moçambique contra aqueles.» (p. 345)

Relativamente ao caso Augusto Castilho: «Um submarino alemão tentou destruir o navio, mas o valente oficial da Armada Portuguesa combateu denodadamente até a sua canhoeira ser afundada: morreram o comandante e todos os marinheiros da respectiva tripulação - honra lhes seja feita - mas em consequência da sua luta.» (p. 345).


E por fim, para terminar em beleza, diz o autor:
«O nosso esforço de guerra em Angola foi bem sucedido a partir de 1917» (p. 347).

Etc.

 

Talvez, os historiadores devessem escrever à editora …





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