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Comunica-se a saída, em português, do livro
«LISBOA - À descoberta da metrópole portuguesa", cujo autor, Prof. Dr.
Claus‑Günter Frank, foi, nos anos 80 do século passado, professor
da Escola Alemã de Lisboa e, mais recentemente, na Escola Alemã de Silves. Publicado originalmente em alemão em 2005,
mereceu então uma elogiosa crítica de Luísa
Costa Hölzl no Frankfurter Allgemeine Zeitung, em que a certa altura se dizia: «Bem-hajam os apaixonados pelo nosso “jardim à beira‑mar
plantado” – pode ser que lá alguém se entusiasme, pois o
livro está a pedir versão portuguesa... De qualquer maneira, para
quem saiba ler alemão, uma óptima leitura. E ofereçam-no a amigos alemães. Eles
viajarão até Lisboa certamente cheios de curiosidade e voltarão – quem sabe –
apaixonados!» Foi ao ler essa crítica que me senti
espicaçado a fazer a tradu Apesar de muito elogiada a obra, ao longo de
12 anos, talvez devido à crise, não houve uma só editora portuguesa, nem sequer
a Câmara Municipal (!) com disponibilidades financeiras para fazer esta edi Em boa hora se possibilitou
assim que os portugueses,
principalmente os lisboetas, pudessem finalmente dispor deste livro que, mais
que um roteiro turístico, é um roteiro também histórico‑literário. Podem ver aqui a capa do livro e a descri https://tredition.de/autoren/claus-guenter-frank-26313/lisboa-paperback-112333/
ou então o princípio do livro: Foi ainda dito, em outra crítica sobre a
versão alemã («Lissabon - Entdeckungen in
Portugals Metropole», Verlag Klöpfer&Meyer, ISBN 3-937667-68-7),
publicada no Frankfurter
Allgemeine Zeitung (FAZ) em 6.7.2006, sob o título “Bastam 8 capítulos”: “Logo à primeira vez que se folheia este roteiro de viagem
se torna evidente que ele é de um tipo muito especial. Aqui não se desperta no
leitor o desejo de conhecer Lisboa por meio de deslumbrantes fotografias
coloridas ou com claros mapas da cidade e com os estereótipos correntes.
Pequenas imagens a preto e branco exigem um exame atento; itinerários iniciais
de cada capítulo, desenhados à caneta de tinta da China, são esboços que
pretendem ser descobertos percorrendo-os; e até os títulos dos oito capítulos
não publicitam com frases pomposas, ficam-se pelo antiquado “Lisboa e as suas /
os seus...”, que é completado com O autor correu Lisboa de ponta a ponta, como de facto podereis
ver, mas soube tornar este roteiro turístico também um importante roteiro
histórico-cultural, pois que vai inserindo, ao longo de cada itinerário em
Lisboa (e arredores), trechos que vários escritores, portugueses e
estrangeiros, escreveram sobre Lisboa. E com esses trechos abordam-se ainda
muitos episódios da História de Portugal. O meu enorme interesse pela publica O
tradutor Nuno
Garrido de Figueiredo
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