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[Museum] CONVITE - «“A Sua Magestade, a Rainha D. Amélia de Portugal”» | sábado, 24 de janeiro | 15h00 | Entrada livre.

To :   museum@ci.uc.pt
Subject :   [Museum] CONVITE - «“A Sua Magestade, a Rainha D. Amélia de Portugal”» | sábado, 24 de janeiro | 15h00 | Entrada livre.
From :   Academia Portuguesa de Ex-Libris <academiaportuguesadeexlibris@gmail.com>
Date :   Mon, 19 Jan 2026 16:15:11 +0000

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Sinopse
«Ainda em Berlim e pouco antes de partir para Lisboa, Alexandre Rey-Colaço despede-se de Madame Mendelssohn, dizendo-lhe uma frase que ficou célebre nos anais da música "existem flores em todo o lado, basta somente olhar para elas e saber colhê-las" Da Música Rey-Colaço 1887
Aqui está a magnífica capa do meu livro, trabalhada pela Mafalda Matias sobre uma aguarela de Alfredo Keil e oferecida à Rainha D. Amélia. Flores e música para uma Rainha que, como Rey-Colaço, sabia olhar para elas. Resgatar memórias, resgatar um raro património esquecido, resgatar a verdade histórica.
Perguntamos pelo espaço da música na vida da Rainha D. Amélia? Que elos existiam entre esta Rainha, o Marquês de Fronteira e Alexandre Rey-Colaço? Que gosto musical nos é revelado neste acervo musical? Como seria a vida musical em Portugal durante o reinado dos nossos últimos Reis? Porque existem tantos fados para piano num Real acervo musical? Que lugar ocupou a Rainha D. Amélia, no meio musical e cultural em Portugal na viragem para o século XX. Qual o papel da música na obra social desta última Rainha de Portugal? Tantas são as perguntas, muitas serão as respostas, quase todas surpreendentes!
Uma longa investigação ganha forma e conteúdo com revelações surpreendentes. A apresentação ao público deste Real e privado acervo musical, vai permitir que se abram outras janelas de conhecimento e com elas mais música. Tudo começou na busca pelo círculo de amizade. Não termine aqui, irá continuar!
A quantidade é surpreendente, cerca de 160 obras musicais, nunca tal se tinha vislumbrado com nenhum outro monarca. Não são obras encomendadas, nem adquiridas, são dedicadas, autografadas, oferecidas. O número é impressionante e impressionante também, os géneros musicais tão díspares.
Das Missas, a Marchas Militares, Marchas Fúnebres, Odes Patrióticas, Cenas Líricas, Valsas, Gavottes, Berceuses, Cancioneiros, Nocturnos, Polkas, Mazurkas, Tangos, Pavanes, Reveries, Melodies, Fados, etc, etc. Os compositores surgem-nos em cascata, desde: os Franceses, os Portugueses, os Italianos, os Alemães, os Polacos, os Australianos, os Brasileiros.
Percebemos que uns nomes são mais conhecidos do que outros, mas são muitos e as dedicatórias revelam: respeito, admiração, dedicação, emoção, devoção, patriotismo.
São dedicadas obras inéditas a uma Rainha, de Gounod a José Vianna da Motta, de Alfredo Keil a Kowalsky, de Rey-Colaço a Devigné, Dupré, Muller, Fournier, Leteroy, Hussla, Freitas Gazul, Neuparth, algumas raridades como a Valsa Fantasia que Vianna da Motta compôs para a Rainha pelo seu casamento e que se encontrava perdida (agora resgatada, restaurada e apresentada pela primeira vez).
As partituras encadernadas nos mais ricos materiais, da seda, ao couro, do ouro, à prata, em papel manuscrito, impresso, gravado, estampado, com encadernações a ferros de ouro, aguarelados, ou simplesmente desenhados por crianças ou músicos amadores incipientes. quase todas inéditas e algumas raridades como a Valsa Fantasia que Vianna da Motta compôs para a Rainha para celebrar o seu casamento e que se encontrava perdida (agora resgatada, restaurada e apresentada pela primeira vez). Um mundo sem fim para uma Rainha ver, ouvir e tocar.
Conseguimos criar um guião como se de um filme se tratasse, onde a música que lhe é composta, marca o seu tempo. Um tempo de vida até ao exílio como Rainha de Portugal. Os registos acabam em 1908, quando lhe roubam parte da sua vida.
Resgatar as memórias é um dever para com o nosso património humano, artístico, histórico, emocional, de que somos herdeiros e zeladores. Venham celebrar a música para uma Rainha, ou “A Sa Majesté la Reine Amélie de Portugal".».

«Rui Castilho de Luna, reconhecido cantor, pianista e compositor, tem-se destacado de igual modo com o seu trabalho de investigação musical e publicação de obras pela Fundação da Casa de Bragança, a saber:
- "A Sua Magestade a Rainha D. Amélia de Portugal"- Um raro acervo musical-Livros de Muitas Cousas- n.º 4-2016.
-"A Educação dos Príncipes" nas coleções do Museu Biblioteca da Casa de Bragança-2018.
- "A música na Corte da Rainha D. Maria II de Portugal"-Livros de Muitas Cousas-n.º 9-2019.
- "D. Manuel II" O Rei Músico"-Livros de Muitas Cousas-n.º 13-2022
Trabalhou os fundos musicais do espólio privado do 8.º Marquês de Fronteira, apresentados em conferências no Palácio Fronteira e na Universidade de História e Geografia de Sevilha.
Publicou para a Universidade de Pablo de Olavide de Sevilha, edições Enredars-n.º 19-2022-"Do poder e da arte-O palácio Castilho e Távora em terras de RibaCôa".
Tem sido convidado a participar em palestras, seminários e congressos, nas Universidades Católica, Lusófona, Clássica de Lisboa, Coimbra, Sevilha, assim como no Instituto Camões, Biblioteca Nacional, Fundação da Casa de Bragança, Fronteira e Alorna, Oscar Americano em S. Paulo, e vários Museus Nacionais.
Alguns títulos apresentados:
- "Em nome de Deus- Vozes para os anjos".
- "A Ópera na Amazónia".
- " A música de D. Pedro I do Brasil a D. Maria II de Portugal".
- " D. João VI e a Ópera no Rio de Janeiro".
- "O fidalgo e o artista- Pedro João de Morais Sarmento-8.º Marquês de Fronteira".
Em preparação para as comemorações dos 500 anos da morte da Rainha D. Leonor, encontra-se a obra "As vozes de D. Leonor de Portugal".».


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Rua Almirante Pessanha, n.º 1
1200-002
[Salão do R/c (ao Sacramento, Chiado)]
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