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No próximo dia 3 de março de 2026, será apresentado o Documento sobre o percurso do Impronuncialismo desde 2021 até 2026. Uma publicação a que chamei: "A viagem cognitiva do Impronuncialismo". Pelas implicações teóricas e conceptuais que poderá ter no estudo
do Património, partilho aqui o resumo:
A VIAGEM COGNITIVA DO IMPRONUNCIALISMO
de R | R = C
a
A hipótese central do Impronuncialismo é: A dinâmica relacional cessa, mas a estrutura informacional não desaparece. No limite:
O Impronuncialismo propõe que a dinâmica relacional: congela + desacopla-se termicamente + espera o ponto singular de supressão + reativa-se como condição inicial do novo ciclo + transportando memória estrutural.
Ou seja, o Impronuncialismo: introduz memória cosmológica real + viola implicitamente o apagamento entrópico total + introduz assimetria entre ciclos.
O que o Impronuncialismo propõe é diferente de todos os cenários cíclicos conhecidos.
O Impronuncialismo pergunta: Que operador relacional numa teoria pré-geométrica gera classes estáveis não redutíveis? A curvatura é uma variável termodinâmica que evolui dissipativamente?
O que o Impronuncialismo propõe é: «A topologia como reservatório de informação estrutural, que sobrevive ao zero térmico». Isso torna o Impronuncialismo diferente das propostas cíclicas conhecidas (concretamente: ‘cosmologias cíclicas padrão’, ‘bounce
quântico simples’, ‘modelos inflacionários’).
O Impronuncialismo coloca a hipótese de a curvatura média global do espaço-tempo ser dinamicamente regulada por um princípio variacional com restrição integral. Significa que a
ação não é apenas local, mas contém uma condição global auto-consistente.
Neste momento, o Impronuncialismo trabalha para demonstrar que existe um mecanismo dinâmico de neutralização da constante cosmológica. Ou seja, que: para qualquer Λ inicial; a dinâmica conduz assintoticamente a
Assim, em relação ao início da 'viagem cognitiva do Impronuncialismo' representado pela equação R | R = C, mais importante que R_a, R_b e C, é a relação p [p(R-a,R_b)]. Esse ‘p’ passa a ser um operador de colagem topológica, logo, a auto-interseção
relacional gera uma nova classe estrutural.
Pedro Manuel-Cardoso
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