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[Museum] A SECRET POST SCRIPTUM / 10 Abr – 3 Mai / No FORNO – Espaço Cultural

To :   "museum" <museum@ci.uc.pt>
Subject :   [Museum] A SECRET POST SCRIPTUM / 10 Abr – 3 Mai / No FORNO – Espaço Cultural
From :   José D´Encarnação <jde@fl.uc.pt>
Date :   Fri, 10 Apr 2026 19:40:52 +0100

A Secret Post Scriptum – Teatro

 

Estreia hoje, dia 10,  a peça teatral de Mário Céu Trigo, A Secret Post Scriptum da HIPÉRION Projeto Teatral, no FORNO – Espaço Cultural.

O FORNO é um espaço recentemente reabilitado, em Rio de Mouro, mercê de um conjunto de boas vontades, nomeadamente de instituições culturais - Teatro Efémero, Instantâneos, Madrasta Dance, MUSGO Produção Cultural e RUGAS Associação Cultural – em estreita colaboração com a Junta de Freguesia. Situa-se na Av. Pedro Nunes 9, 2635-317 Rio de Mouro (junto à Escola Padre Alberto Neto e à Escola Secundária Leal da Câmara).

         A peça tem texto de Mário Céu Trigo e foi encenada por Carolina Figueiredo, estará em cena às sextas e sábados, a partir das 21h00, aos domingos a partir das 16h00, até 3 de Maio.

         O espetáculo, coprodução entre o Teatro Efémero e a HIPÉRION Projeto Teatral, levanta o segundo painel de um ciclo de trabalho, cujo propósito relaciona linguagem fotográfica e especulação poética. Correspondência assente numa escrita retroescavadora. A questão que se põe é: «Como fazer uso de fotografias que são agora outra coisa, digitalmente circuladas ad infinitum, ad merdum? Hematomas que são imagens que são desvios. Dizia Diane Arbus, fotógrafa norte-americana, que necessitamos de ver para fora do enquadramento».

As fotografias de projeção cénica  são de Tânia Cadima; direção e encenação de Carolina Figueiredo; dramaturgia de Jaime Rocha. Interpretam-na Filipa Pina e Philippe Araújo.

 

Zeugma – exposição de Alexandre Sarrazola

 

      Durante o período em que o espectáculo vai estar em cena, ou seja, até 3 de Maio, poder-se-á visitar a exposição Zeugma, de Alexandre Sarrazola (pintor e um dos dramaturgos do Projecto Teatral Hipérion).

      Se tudo está cheio de prodígios, e toda a arte é imitação – sobra o movimento contínuo da fruição sensorial fragmentada pelo cinemático fabulista que é a memoria: O amniótico globo ocular que nos protege de uma demanda entre nada e coisa nenhuma. Post mortem nihil est, ipsiquae mors nihil, a não ser pelo benfazejo azul de um afogamento às avessas entre o árduo longo caminho entre a morte e o nascimento. (...) 

 

ALEXANDRE SARRAZOLA (1970, Portugal)

Expõe desde 1992 (Universidade de Lisboa) e as suas últimas exibições ocorreram na LxFactory (2020 – Barely Legal Portraits) e no Espaço Património.Pt (2020 – Childhood Is a Notion Of a Geography).

O seu trabalho pictórico é associado pela crítica à atividade vinculada aos Estudos Comparatistas decorrente do universo em que publicamente tem atuado nas Humanidades (investigação académica), na Dramaturgia e na Literatura.

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Para informações sobre projetos, digressões ou apresentação de espetáculos: rugasproducao@gmail.com

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