|
O QUE RESTA … quando descartamos materiais de uma escavação arqueológica? O que resta quando fragmentos de vidro, cerâmica ou metal, são guardados, mas não têm qualquer contexto? O que resta, quando não podemos fazer nada
com tais fragmentos? Perante estas questões, o artista Robert Wiley, mas também investigador na área do vidro, deu a estes fragmentos uma outra vida, oferecendo um ponto curioso de observação para ver e sentir o que resta. Se esses vestígios são objetos materiais,
ou se as ações da criação artística permanecem ao critério do espectador. A instalação surge dos diálogos com os arqueólogos do museu “sobre as formas como este espaço pode manter-se vivo e ativo nas nossas interações diárias, tentando transcender as instituições estáticas do passado ao interagir com ele e connosco
no nosso contexto presente” (R.W.). Hoje, no Museu de Lisboa – Teatro Romano, às 18h
Lídia Fernandes Coordenadora MUSEU DE LISBOA - Teatro Romano
Rua de São Mamede nº 3A · 1100-532 Lisboa T +351 215 818 530 (Chamada para a rede fixa nacional)
|
| Mensagem anterior por data: [Museum] Museu da Amadora - Inauguração da exposição temporária “Padre Himalaya – Visionário e Inventor” | Próxima mensagem por data: [Museum] Nova edição do boletim semestral +Museu, de Palmela |
| Mensagem anterior por assunto: [Museum] "Onde o Sol se apaga no Oceano. O santuário mais ocidental do Império Romano" | Próxima mensagem por assunto: [Museum] "Os Legados da Água: História, Cultura e Valores" |