Perdoar-me-á o leitor se lhe sugiro a leitura dos dois anexos. Arrisco-me a ser repreendido, por o assunto não se coadunar com os objectivos das listas. Perdoar-me-á se discordarei, porque a acessibilidade é condição sine qua non para se salvaguardar, preservar e divulgar a história local, os monumentos arqueológicos e o património cultural quer o que está ao ar livre quer o que se guarda em museus. Esse, o meu entendimento. Não é esse, porém, o entendimento do Governo que temos (em Lisboa), não é esse o entendimento dum sector estatal que dá pelo nome de Infraestruturas de Portugal. Como se diz no texto, no Alentejo, «o comboio não se apanha, espera-se»! José d’Encarnação |
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