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EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA DO MUSEU DO DOURO CASTAS PORTUGUESAS, As Aguarelas de Emílio de Oliveira Pimentel (1844-1880) |
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| Abre em 25 de setembro de 2026 | Até 24 de novembro de 2026 Emílio Claudino de Oliveira Pimentel (1844–1880), filho do 2.º Visconde de Vila Maior e formado pelo Instituto Agrícola, destacou-se como um exímio desenhador. A presente mostra reúne um conjunto notável de aguarelas do acervo do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, no qual o autor regista diferentes castas portuguesas com rigor científico e sensibilidade artística. LER + |
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DESENHOS DO DOURO, de António Modesto |
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| Até 21 de setembro de 2026 A exposição reúne mais de oitenta desenhos sobre a região vinhateira do Douro, elaborados a lápis de cera ao longo dos últimos cinco anos. Além da componente documental, a obra reflete uma vivência performativa singular entre o registo direto no território e a recriação em atelier com suporte fotográfico. A amplitude cromática associada às estações do ano e a variação entre o realismo e o desvio poético prestam uma sentida homenagem à paisagem duriense e às suas gentes. LER + |
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| | EXPOSIÇÃO MÉDIA DURAÇÃO DO MUSEU DO DOURO MEMÓRIAS DE FAMÍLIA, coleção Casa do Vale |
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| Até 13 de maio de 2027 Exposição de média duração inserida no percurso da exposição permanente que, em 2026, se dedica à coleção legada ao Museu do Douro por Irene Amélia Viana Pinto. A mostra centra-se numa parte da extensa coleção fotográfica que se encontrava na Casa do Vale (Presegueda), documentando a evolução da fotografia e das casas fotográficas, ao mesmo tempo que fixa as memórias da família Viana Pinto. As imagens fazem parte de luxuosos álbuns de família, símbolo de um modo de vida burguês do final do século XIX e inícios do século XX. LER + |
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EXPOSIÇÃO VIRTUAL DO MUSEU DO DOURO O comboio para Lamego: ensaios geográficos sobre uma linha ferroviária idealizada |
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| ©1931, Fotografia Alvão, Coleção CPF |
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| Está disponível na plataforma Google Arts & Culture, na página do Museu do Douro, a exposição virtual «O comboio para Lamego: ensaios geográficos sobre uma linha ferroviária idealizada», da autoria de Rui Monteiro, aluno de Mestrado em Geografia da FLUP, que realizou o seu estágio no MD. Contando a história do projeto ferroviário entre a Régua e Lamego, propõe-nos uma visita virtual pelas marcas que subsistiram ao longo do troço proposto, tal como as obras de arte ou o desenho da linha. Esta exposição está disponível em versão bilingue e conta com a parceira do Google Institute. LER + |
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NORTE2030 DIGITALIZAR PATRIMÓNIOS DURIENSES: partilhar é preservar |
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| No decorrer do mês de agosto, a equipa dos Serviços de Museologia do Museu do Douro procedeu à digitalização de diversos materiais arqueológicos do espólio do sítio da Fonte do Milho, em Canelas (Peso da Régua), pertencentes à coleção do Museu. Estes artefactos resultam de sucessivas campanhas de escavação iniciadas na década de 1940 - primeiramente com o apoio do Instituto do Vinho do Porto e, no início do século XXI, sob a alçada da Direção Regional da Cultura do Norte. Esta intervenção tem por objetivo concluir a inventariação rigorosa do espólio para a sua posterior disponibilização na plataforma europeia Europeana. SABER + |
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EXPOSIÇÕES ITINERANTES DO MUSEU DO DOURO* |
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*As datas apresentadas poderão sofrer alterações de acordo com a agenda do Museu do Douro e/ou dos locais mencionados |
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BIBLIOTECA MUSEU DO DOURO Estágio Profissional Durante o mês de julho, a Biblioteca do Museu do Douro contou com a colaboração de Gonçalo Viseu, aluno do curso profissional de Multimédia da Escola Secundária João de Araújo Correia. Ao longo de 210 horas de estágio, o estudante desempenhou um papel fulcral na atualização do catálogo digital. Graças a este trabalho, as respetivas imagens de capa já se encontram disponíveis para consulta pública no catálogo online. VER CATÁLOGO |
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Histórias INCOMPLETAS#2 – Nova edição 2027 Alfândega da Fé | Carrazeda de Ansiães | Mêda | Santa Marta de Penaguião |
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| As Histórias movem o mundo…As histórias movem o mundo: pelos modos como são contadas e por quem toma palavra para as contar. Ao longo do ano 2027 criar e documentar são os verbos que orientam os ciclos de presença intensiva junto do tecido associativo local, bandas ou associações musicais, com grupos de educadores, junto de habitantes das aldeias dos concelhos onde acontece o Incompletas #2. |
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| 26 e 27 de setembro | Film to film. - Oficina de filme em pelicula 16mm e 8 mm O saber de artífice de cinema em filme de película mistura-se com propostas experimentais tendo como chão comum as paisagens envolventes. Orientação: Atelier Concorde Inscrição prévia. Espaços: CRIVO - Centro de Artes do Saber-Fazer + Museu do Douro - edifício do Serviço Educativo + Teatrinho da Régua. |
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2027 cartas da paisagem – educação Museu do Douro. |
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| 2027 cartas da paisagem propõe modos de ver, fazer e pensar os lugares onde vivemos. O programa tem 3 frentes de atuação: trabalho com escolas; presença intensiva junto tecido associativo local e edições para dar a ver o realizado. |
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| Um+Um | oficinas e percursos O quê: O programa conjuga oficinas e percursos. As oficinas usam linguagens do movimento, da palavra, da imagem e do som. Percursos pedestres focados na toponímia, na flora e na observação de nuvens para grupos de crianças, jovens e ou pessoas seniores. Quando: outubro a julho. Com quem: grupos de educação pré-escolar | ensino básico | ensino secundário e profissional. |
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| O que há aqui? O quê: Programa de práticas para literacia na leitura e na escrita centrada no vocabulário e conceitos de paisagem e território. É realizado, em parceria, com os grupos de professoras/es bibliotecários da Região Demarcada do Douro. Quando: setembro a julho. Com quem: Bibliotecas e professores bibliotecários da RDD. |
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| Ler debaixo da árvore O quê: Programa de identificação de árvores importantes no quotidiano das escolas das praças ou dos caminhos em diferentes concelhos da RDD. Quando: todo o ano. Com quem: todas as pessoas que gostam de árvores; grupos escolares, grupos de pessoas seniores e associações recreativas. |
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| Cadernos de caminhar O quê: Programa que parte da caminhada para a escrita e da escrita para caminhar. Com a edição de cadernos que fazem outras pessoas caminhar, da autoria de António Júlio. Com quem: crianças, jovens e seniores, que ocupam os lugares de caminhantes e de sombras. |
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| Público comum O quê: Programa de presença sequenciada em experiências na paisagem urbana e não urbana. Parceria com grupo de professores do 1º ciclo do Centro Escolar de Lamego N.º 1. Quando: outubro a junho. Com quem: grupos de ensino básico e grupo de professoras do Agrupamento de Escolas Latino Coelho. |
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| Práticas partilhadas O quê: Programa de partilha de experiências no trabalho com a primeira infância com grupo de educadoras, centrada numa sequência temática pedra | nuvem | flor. Quando: outubro a julho. Com quem: Grupo de Educadoras do Agrupamento de Escolas Diogo Cão e grupos de crianças da educação pré-escolar. |
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| Gravar Territórios O quê: Programa de iniciação básica à fotografia e ao vídeo com Paula Preto, tendo como prática regular as caminhadas urbanas e nas paisagens envolventes. Quando: outubro a junho. Com quem: Depois da EPA Carvalhais/Mirandela (Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Carvalhais), o gravar territórios acontece em Mesão Frio, com um grupo de estudantes do Agrupamento de Escolas Professor António Natividade. |
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| Laboratórios de ver O quê: Ilustração fauna e flora do Rio Douro com Sónia Borges. A partir de propostas de ilustração de fauna e flora do Douro, Sónia Borges orienta grupos de modo experimental, testando condições para observar com mais detalhe as paisagens não humanas que nos constituem, através do desenho. Com quem: grupos escolares de ensino básico e secundário do Concelho de Peso da Régua. Onde: espaço do serviço educativo do edifício sede. |
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| Café Central O quê: Programa para estar presente em diferentes cafés dos lugares da Região Demarcada do Douro com a fotógrafa Paula Preto. O trabalho de levantamento fotográfico das diferentes freguesias dos concelhos da RDD decorre, desde o ano de 2017 e cobre os 21 concelhos da RDD. Este levantamento é divulgado em diferentes edições e formatos: material educativo e 2 mostras, uma em cada semestre do ano. Quando: uma vez por mês em diferentes concelhos da RDD Com quem: Cafés dos concelhos da RDD e as pessoas que os usam. |
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Rede de Museus do Douro Destaque Membro Fundação da Casa de Mateus, Vila Real A Casa de Mateus, situada em Vila Real, é um dos expoentes máximos da arquitetura barroca em Portugal, ostentando o traço singular de Nicolau Nasoni no século XVIII. Ponto de encontro de milhares de visitantes e elemento integrante da rede MuD, o espaço molda-se numa paisagem idílica, emoldurada por jardins monumentais e espelhos d'água. No seu interior, salvaguarda-se um valioso acervo museológico e arquivístico - onde sobressai a icónica edição ilustrada de Os Lusíadas de 1816, publicada por D. José Maria, 5.º Morgado de Mateus. Mais do que um monumento histórico, afirma-se como um polo vibrante de criação e dinamização cultural e artística no território duriense. LER + |
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| ©Fundação da Casa de Mateus |
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| Loja do Museu do Douro Veja as novidades de setembro na loja do Museu do Douro. VER + |
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| A “nova” Sala do Tribunal VER + |
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| Wine Bar do Museu do Douro VER + |
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