Boa tarde sra. Emília Teixeira e caros archportianos,
Apesar de não ter disponível todos os dados, aos quais se refere, acredito piamente que tal situação tenha acontecido. Todos sabemos, que a Tutela não tem recursos humanos e logísticos para cumprir as suas funções, é uma casa arder que se legisla e constroem telhados, quando por sua vez seria necessário focaram-se nas fundações.
Reitero o seu alarmismo, e adiciono mais uma situação ao tema referente ao Património, Hoje, vivemos uma alteração do paradigma arqueológico, em que diversas empresas, utilizam a "benevolência" da Tutela, para acordar com empreiteiros condições de acompanhamento arqueológico deploráveis. Resumindo, é o empreiteiro que comunica à empresa de arqueologia quando acha necessário a presença de um arqueólogo, na sua obra. Esta situação, acontece diariamente na cidade Porto e em outras cidades, em âmbito de obras de reabilitação urbana.
Este é mais um exemplo, entre muitos outros, em que o Património Arqueológico, sofre atentados diários pelas entidades que deveriam ser os primeiros a promover a sua defesa e valorização.
Saudações arqueológicas,
Manuel Costa