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Dear player,
Thank you very much for contacting us by mail. As the language or region of your email can’t be automatically identified, we have to manually sort through each and every issue then send these on to the relevant GM.
- If you are able to log in to the game, we recommend you send a message to us in-game via Settings-Account-Help.
- If you can’t find your account, usually it means you’re using the wrong login method or server. Please confirm you’re using the same login method as before and have selected the correct server.
Please note that even if have bound to your Facebook or Google account, if you are using "Sign In" to login, please login exactly as previously since data is not exchanged between the three different login methods.
Please leave your correct server and character name (if you’re using any special symbols in your name, please ensure you’re continuing to do so) and we’ll check your login method as soon as possible for you to.
Thanks for your support and cooperation!
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### Do not reply below this line ###
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Goddess: Primal Chaos
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June 26, 2017, 11:36 +0100
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Dear player, Thank you very much for contacting us by mail. As the language or region of your email can’t be automatically identified, we have to manually sort through each and every issue then send these on to the relevant GM. - If you are able to log in to the game, we recommend you send a message to us in-game via Settings-Account-Help. - If you can’t find your account, usually it means you’re using the wrong login method or server. Please confirm you’re using the same login method as before and have selected the correct server. Please note that even if have bound to your Facebook or Google account, if you are using "Sign In" to login, please login exactly as previously since data is not exchanged between the three different login methods. Please leave your correct server and character name (if you’re using any special symbols in your name, please ensure you’re continuing to do so) and we’ll check your login method as soon as possible for you to. Thanks for your support and cooperation! |
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Goddess: Primal Chaos
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June 26, 2017, 11:36 +0100
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Hi, thanks for contacting Customer Service. This is an automated reply, hope to help you solve common problems. Please tell me your server and character's name. Manual service will contact you as soon as possible! Thank you very much for the support and patience.
If you have a problem with recharge, please leave us the necessary information. 1. the name of the character(IGN) 2. the server 3. the number of your order # via Google, we need the GPA.XXXX-XXXX-XXXX-XXXXX #via Apple, we need the number from the receipt and also a screenshot that you take from the Itunes of your computer. #other ways, please let us know the exact way of recharging and the number of it 4. the UID of this character (which you can see in the game, but if you cannot find it that will be fine ) We are really hope that we could help!
If you want to report a BUG, please try to tell us more details, such as related character names and servers. The most important is the exact time (better with hour and minute), so that we locate and check the problem more quickly. Thank you in advance. |
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Luís Raposo
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June 26, 2017, 11:36 +0100
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[Archport] Aluguer de monumentos e museus
ALUGUER DE MONUMENTOS E MUSEUS: CONTAM POUCO NAS RECEITAS DO PATRIMóNIO
Hoje no Publico, uma interessante reportagem, tanto pelo que revela como
pelo que não revelando, descobre. Ou não será a informação de que o
aluguer de espaços em monumentos e museus representa “apenas” 2,22%
das receitas gerais arrecadadas nesses espaços pela DGPC uma inadvertida
confissão da “economia informal” que neles existe? A dúvida é
legítima. Por outro lado, importaria neste domínio ter análise mais
fina, monumento a monumento, museu s a museu. Na mesma notícia, por
exemplo, o director do Palácio Nacional da Ajuda, diz que a receita do
aluguer de espaços “não é nada irrelevante”.
O aluguer de espaços, em si mesmo, não é criticável. Importa é saber
“como” (condições de segurança, nomeadamente), “para quê”
(adequação ao “espírito do lugar, nomeadamente) e com que
consequências ele é feito, tendo em conta o normal serviço público dos
monumentos e museus. Tão grave quanto alugar um monumento para promover
actividades (“eventos”, diz-se agora) impróprias da dignidade do
espaço ou potencialmente perigosas é, em meu entender, impedir ou
dificultar a fruição pública do mesmo por parte dos visitantes, que
deverão sempre constituir o centro de qualquer programação. Um exemplo
apenas: Durante muito tempo ninguém pôde tirar uma fotografia da Torre de
Belém sem levar também nela um colar de Ana Vasconcelos; não se tratou
de “performance” pontual de um dia ou um fim-de-semana – o que em si
já seria discutível, mas talvez aceitável. Não, tratou-se de pura e
simplesmente desapossar muitas centenas de milhares de pessoas da
possibilidade de verem e registarem o monumento em si mesmo – o que
considero ser intolerável.
ALUGUER DE MONUMENTOS E MUSEUS: CONTAM POUCO NAS RECEITAS DO PATRIMóNIO
Hoje no Publico, uma interessante reportagem, tanto pelo que revela como
pelo que não revelando, descobre. Ou não será a informação de que o
aluguer de espaços em monumentos e museus representa “apenas” 2,22%
das receitas gerais arrecadadas nesses espaços pela DGPC uma inadvertida
confissão da “economia informal” que neles existe? A dúvida é
legítima. Por outro lado, importaria neste domínio ter análise mais
fina, monumento a monumento, museu s a museu. Na mesma notícia, por
exemplo, o director do Palácio Nacional da Ajuda, diz que a receita do
aluguer de espaços “não é nada irrelevante”.
O aluguer de espaços, em si mesmo, não é criticável. Importa é saber
“como” (condições de segurança, nomeadamente), “para quê”
(adequação ao “espírito do lugar, nomeadamente) e com que
consequências ele é feito, tendo em conta o normal serviço público dos
monumentos e museus. Tão grave quanto alugar um monumento para promover
actividades (“eventos”, diz-se agora) impróprias da dignidade do
espaço ou potencialmente perigosas é, em meu entender, impedir ou
dificultar a fruição pública do mesmo por parte dos visitantes, que
deverão sempre constituir o centro de qualquer programação. Um exemplo
apenas: Durante muito tempo ninguém pôde tirar uma fotografia da Torre de
Belém sem levar também nela um colar de Ana Vasconcelos; não se tratou
de “performance” pontual de um dia ou um fim-de-semana – o que em si
já seria discutível, mas talvez aceitável. Não, tratou-se de pura e
simplesmente desapossar muitas centenas de milhares de pessoas da
possibilidade de verem e registarem o monumento em si mesmo – o que
considero ser intolerável.
https://www.publico.pt/2017/06/26/culturaipsilon/noticia/alugueres-ainda-contam-pouco-nas-receitas-do-patrimonio-1776881
"TOUT VA TRèS BIEN", SENHOR MINISTRO
No mesmo jornal e na mesma oportunidade, um texto de opinião meu, por
convite da direcção do jornal, sobre "os casos" recentes do património
cultural e dos museus,onde a questão dos alugueres também está referida.
https://www.publico.pt/2017/06/26/culturaipsilon/noticia/tout-va-tres-bien-senhor-ministro-1776854
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Archport mailing list
Archport@ci.uc.pt
http://ml.ci.uc.pt/mailman/listinfo/archport |
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