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Próximas
atividades
No MNA
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10 de janeiro, às 21h00
Concerto de Reis, no Museu Nacional
de Arqueologia
O MNA acolhe as apresentações do Coro da
Associação de Amigos da Escola de
Música do Conservatório Nacional (EMCN), que sob a direção
de Luís Cardoso interpretarão Canções de Natal do séc. XI ao presente, da
Alemanha aos EUA, com passagem pela Península Ibérica, e do Quarteto de
Cordas AETHER, constituído por
alunos da EMCN, com obras de Haydn e Dvořák.
Entrada
livre. Lotação limitada à capacidade da sala.
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12 de janeiro, a partir das 10h00
Dia do Investigador do Museu
Nacional de Arqueologia
Realiza-se, pelo terceiro ano consecutivo, o Dia do
Investigador do MNA. Este projeto de divulgação
científica resulta do contínuo processo de recenseamento das investigações em
curso e do desejável diálogo entre os investigadores, a equipa do museu e a
comunidade arqueológica em geral, visando a partilha de informação, assim como a divulgação
dos diferentes trabalhos a serem desenvolvidos sobre as coleções que se
conservam no MNA.
Pode conhecer todo o programa aqui.
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17 de janeiro, às 15h00
Peça do Mês Comentada – Touro de Cinco Reis 8 por Ana Margarida Arruda
A peça sobre a qual nos debruçamos este mês é
proveniente de escavações no Baixo-Alentejo e apresenta grande cuidado e
realismo nos detalhes, com exceção
dos olhos que aparecem na parte frontal da cabeça, traduzindo uma certa
humanização, talvez tratando-se da
representação do deus El ou de
Baal. O touro encontra-se em repouso e poderá estar relacionado com uma série
de representações em bronze de esculturas de touro que formam parte dos
“timiatérios” peninsulares do período Orientalizante (séc. VII – VI a.C.).
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Até fevereiro
Ciclo de debates “Conversas a Bordo”
O Ciclo de Debates “Conversas a Bordo”, promovido pelo MNA e o Centro Nacional
de Arqueologia Náutica e Subaquática, da Direção-Geral
do Património Cultural (CNANS/DGPC) e dedicado a especialistas, profissionais
e públicos interessados, aproxima-se do fim.
Não perca as últimas sessões, às quintas-feiras, a
partir das 18h00, onde com base na experiência pessoal de um vasto conjunto
de profissionais apresentar-se-ão questões prioritárias para um debate
aberto. Este ciclo encerra com os temas:
· Conservação preventiva, 15 de janeiro, Andreia Machado (Museu Municipal de Portimão),
Cláudio Monteiro (IPT) e João Coelho (CNANS/ DGPC);
· Valorização de sítios e parques arqueológicos subaquáticos,
22 de janeiro, com Catarina Garcia (CHAM/ UNL), João Ventura ou Andreia Conceição
(CM Sesimbra) e Pedro Caleja / Luís Sá Couto (Subnauta);
· Divulgação da arqueologia subaquática, 4 de
fevereiro, com Adolfo Silveira (MNA), Carlos Fabião (FL/UL) e Gonçalo Pereira
(NG)
· Passado
e Futuro, 12 de fevereiro, com Jean Yves Blot (CHAM/ UNL), Jacinta
Bugalhão (DGPC) e Maria Catarina Coelho (DGPC).
A entrada nas sessões é gratuita e o debate aberto
aos participantes. Pode assistir às conferências passadas no canal
da DGPC ou do projeto
EMEE.
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Entre 6 de janeiro e 5 de
fevereiro, às 18h00
10 Grandes temas da Pré-História
Durante 5 semanas terá lugar um curso livre,
promovido pelo Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia (GAMNA), que
se debruçará sobre variados temas relacionados com a Pré-História. O curso é
lecionado por Luís Raposo. Em janeiro não perca:
· Dia
6 – A origem da humanidade e o modo de vida em bando;
· Dia
8 – O domínio do fogo;
· Dia
13 – Dos primeiros europeus aos Néandertais;
· Dia
15 – A “arte das cavernas”;
· Dia
20 – As sociedades de arqueiros da época pós-glaciária;
· Dia
22 – A “revolução neolítica” e o
modo de vida tribal;
· Dia
27 – Os primeiros agricultores na Bacia do Mediterrâneo;
· Dia
29 – Os construtores de megálitos e a “Revolução
dos Produtos Secundários”.
Entrada livre, mediante inscrição
prévia. Pode ver mais informação e
conhecer mais atividades do GAMNA aqui.
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Entre 10 e 31 de janeiro, às 15h00
Arqueologia no Cinema (7)
Tem lugar a sétima edição
da Arqueologia no Cinema. Aos sábados à tarde não perca a emissão e
comentário dos filmes:
· Dia
10 – “A Guerra do Fogo”, de Jean-Jacques Anaud, comentado por Luís Raposo;
· Dia
24 – “Imortais”, de Tarsem Singh, comentado por Luísa Nazaré Fereira;
· Dia
31 – “Pompeia”, de Paul W.S. Anderson, comentado por Nuno Simões Rodrigues.
Entrada livre.
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Para ver
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Tesouros da Arqueologia Portuguesa

Antiguidades Egípcias

Religiões da Lusitânia. Loquuntur
Saxa

O Tempo Resgatado ao Mar

Ruinosos Momentos de Gloriosos
Monumentos
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Exposições permanentes
Tesouros da Arqueologia Portuguesa
– Coleção de ourivesaria arcaica
constituída por 1500 peças, das quais 600 se encontram expostas, fruto de
aquisições e recolhas avulsas. Da coleção
de joalharia antiga destaca-se um conjunto de ourivesaria pré-romana, um dos
mais importantes em toda a Europa. Este conjunto contribui decisivamente para
que o MNA seja o museu nacional com o maior número de bens classificados como
“Bens de Interesse Nacional”.
Antiguidades Egípcias – Coleção constituída por mais de 500 peças das quais cerca de 300 se encontram expostas. O acervo é o
maior de Portugal e foi reunido por José Leite de Vasconcelos e pela família
real, tendo sido também importante as doações da família Palmela, Bustorff
Silva e Barros e Sá. As peças expostas encontram-se distribuídas de acordo
com um critério temático-cronológico desde a Pré-História à Época Copta,
abrangendo um período de mais de 5000 anos.
Exposições temporárias
Religiões da Lusitânia. Loquuntur Saxa
– Retomando um tema e uma perspetiva de estudo muito cara a José Leite de
Vasconcelos, apresenta-se esta exposição
que convida a conhecer duas tradições religiosas, Hispania Aeterna e Roma
Aeterna, que se mesclam por força da Pax Romana, e que foram estudadas de
forma exaustiva pelo eminente investigador e fundador do museu, dando origem
a uma importante obra cientifica e literária comemorada nesta mostra
expositiva.
O Tempo Resgatado ao Mar – Nesta
exposição tenta-se tornar
acessível um ambiente misterioso e inacessível para a grande maioria de
pessoas, dando a conhecer os principais resultados da atividade arqueológica
náutica e subaquática realizada em Portugal nos últimos trinta anos - as
coleções e os seus contextos - e os indispensáveis e permanentes programas nacionais e internacionais de
conservação e restauro dos acervos
recolhidos.
Ruinosos Momentos de Gloriosos Monumentos – O Projeto Ruin’arte, da autoria de
Gastão de Brito e Silva, deu origem a um blogue em 2009 com o intuito de catalogar exemplos de vestígios arquitetónicos em
ruínas, bem como alertar a sociedade para o mesmo. Algumas das fotos do
projeto muito impressivas são agora expostas.
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Página de Compendio de la salud humana : tratado de la peste,
f. II

Ligações entre a astrologia e a
saúde humana, f. XII
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Biblioteca e Arquivo Histórico do MNA
Em destaque
A biblioteca
do MNA, criada por decreto régio de 1901, foi desde o início, e no espírito
do seu fundador, Dr. José Leite de Vasconcelos, um dos eixos fundamentais do
Museu em paralelo com as coleções e a edição
da revista “O Arqueólogo Português”.
José Leite de Vasconcelos pretendeu criar um museu
do “Homem Português” que contribuísse para o conhecimento das origens,
tradições e características do povo português. No seguimento da sua linha de
pensamento, vamos encontrar na biblioteca
e arquivo do MNA, para além dos esperados livros e revistas de arqueologia,
etnografia, museologia, ainda, manuscritos, incunábulos, livro antigo,
literatura de cordel, arquivos pessoais, fotografias… uma coleção muito diversificada e cheia de “surpresas”
para os leitores.
O objetivo desta nova rubrica é destacarmos os
documentos “pouco prováveis” de encontrar na estante de uma biblioteca especializada em arqueologia.
Para iniciarmos este novo EM DESTAQUE no Boletim
informativo do MNA, escolhemos um incunábulo, livro impresso até 1500, que
constitui uma raridade bibliográfica, não só por ser incunábulo mas
especialmente por ser o único exemplar conhecido em Portugal, existindo
apenas outro em Madrid.
KETHAM, Johannes de, 14..-1500
Compendio de la salud humana. Tratado
de la peste/ Vasco de Taranta; [trad. esp.].- Zaragoza: Pablo Hurus,
15 Agosto de 1494. [2], III-LXV, [1] f. : il.; 2º (27 cm). Inv. 16089. Cota
antiga: LA/3. - Faltam as f. XIV-XXV, XXXII, XLIX e LII. - Assin.: a-i//10. -
Nota manuscrita no f. 1: "E este livro nom se pode dar fora sob pena de
excomunhão porque foi da rainha dona Leonor". - C 1713a, Haeb (BI) 160,
Vindel IV 61, IBE 3409, CIBN Madrid 1112, Os incunábulos das bibliotecas portuguesas : Inventário do Património
Cultural Móvel / coord. e org. Maria Valentina C. A. Sul Mendes, nº 1887,
vol. 1, p. 519. Cota LA/INC/1
O Compendio de la
salud humana : tratado de la peste, é uma coleção de pequenos tratados de medicina medieval que
cobria o conhecimento e técnica da medicina europeia da época, incluindo a urologia,
sangrias, astrologia, com ilustrações notáveis e de que podem ver a reprodução de algumas. Johannes de Ketham, terá sido um
médico alemão que viveu em Itália no final do século XIX cuja biografia pouco
se conhece, sendo atualmente referenciado por esta obra.
Recorda-se que a Biblioteca
do MNA está aberta de segunda a sábado entre as 10h00 e as 17h00. O seu catálogo pode ser pesquisado na página
das bibliotecas da DGPC e pode contactar o serviço através do e-mail biblioteca@mnarqueologia.dgpc.pt.
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O
Arqueólogo Português on-line
Na reunião do Conselho Editorial de O Arqueólogo Português de 29 de Novembro
de 2013 foi decidido que a revista deveria adotar um sistema de arbitragem (“peer review”) que permitisse a sua
integração nos índices das
diversas plataformas internacionais da especialidade. Um dos mais importantes
requisitos para essa finalidade era a disponibilização
on-line de todos os volumes publicados da revista, o que agora se conseguiu
através do site da DGPC, embora ainda em fase experimental.
Os volumes d’O
Arqueólogo Português podem ser consultados no endereço aqui.
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Aconteceu…
No MNA
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José Leite de
Vasconcelos
(1858-1941)
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O CANTE
ALENTEJANO. A insuspeita observação
de José Leite de Vasconcelos
A propósito da consagração
pela UNESCO do Cante Alentejano
como Património Cultural Imaterial da Humanidade, o Museu Nacional de
Arqueologia (MNA) (Direcção-Geral
do Património Cultural) congratula-se com a classificação
e associa-se a todos quantos têm chamado a atenção
para a importância do trabalho de recolha, tratamento e estudo realizado
pelos promotores da candidatura.
O MNA aproveita a ocasião para, a propósito do tema,
recordar a figura de José Leite de Vasconcelos (1858-1941), eminente
cientista social dos finais do séc. XIX, inícios do XX, e fundador do então
denominado Museu Etnográfico Português (1893), hoje Museu Nacional de
Arqueologia.
Este vulto marcante
da cultura portuguesa, na sua permanente
procura e recolha de dados para compreender e caracterizar a cultura e a
identidade do povo português, percorreu Portugal de norte a sul, para
conhecer, como nenhum outro investigador até então, os nossos usos e
costumes.
Interessou-se naturalmente pelo Cante, para o qual, como em muitos
outros temas, fixou uma imagem nítida, reflexão elaborada em 1916 a partir de uma
análise detalhada do que lhe era dado observar e recolher.
Pode ler mais aqui.
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EDZER de
Benvindo Fonseca e Batucadeiras Netas di Cabral
Realizou-se no dia 14 de Dezembro, perante numerosa
assistência, que esgotou o Salão Nobre do Museu Nacional de Arqueologia, o
espetáculo EDZER, de Benvindo Fonseca, com a participação
especial das Batucadeiras Netas di Cabral e bailarinas.
Antes do início do espetáculo tomou a palavra o
diretor do MNA, António Carvalho, que contextualizou este evento no âmbito da
exposição África Reencontrada,
Manuela Tavares, da Associação
Welcome People and Arts (AWPA), e o Presidente do Instituto de investigação Científica Tropical, o Professor Doutor Jorge
Braga de Macedo.
Regista-se ainda a presença da Dra. Luísa Black,
consultora do Conselho da Europa, do Comandante Pedro Miranda de Castro, da
AWPA, do Dr. Hélder Oliveira, Presidente da Fundação
Portugal/África, da embaixatriz Isabel
Monteiro, do Clube das Embaixatrizes, e da Dra. Otília Medina, Presidente do
Grupo de Amigos do Museu do Oriente, e a presença de algumas personalidades
do meio artístico, como Sara Tavares, Patrícia Bull, e Ana Catarina Afonso.
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Ficha Técnica Direção:
António Carvalho Edição: Carla
Barroso Textos: equipa
técnica do MNA Fotos: equipa
técnica do MNA; Arquivo de Documentação
Fotográfica/Direcção-Geral do
Património Cultural (ADF/DGPC); António Cunha
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