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[Museum] MNA DIGITAL: BOLETIM - JULHO/AGOSTO 2015

To :   "museum" <museum@ci.uc.pt>, "archport" <archport@ci.uc.pt>
Subject :   [Museum] MNA DIGITAL: BOLETIM - JULHO/AGOSTO 2015
From :   José d'Encarnação <jde@fl.uc.pt>
Date :   Fri, 3 Jul 2015 15:24:31 +0100

Title: MNA DIGITAL: BOLETIM - JULHO/AGOSTO 2015

De: MNA Digital [mailto:mnadigital=mnarqueologia.dgpc.pt@mail78.atl51.rsgsv.net] Em nome de MNA Digital
Enviada em: sexta-feira, 3 de Julho de 2015 12:57

 

MNA Digital: Boletim n.º 14

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Próximas atividades

 

No MNA

 

patrimonio_cultural

2 de julho, às 17h30
Mesa-redonda sobre "A componente Imaterial na investigação arqueológica - formação e práticas em Portugal"
 
O ciclo de conferências "O Património Cultural Imaterial em Portugal", organizado pela Associação Portuguesa para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, visa complementar outras ações, nomeadamente as Jornadas que se têm vindo a efetuar nas várias regiões do país - Médio Tejo, Região Norte, Alentejo e Beira Interior, a que se ligarão as I Jornadas para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial do Algarve, atualmente em preparação.

 

procissao

Serão oradores desta sessão João Luís Cardoso (Arqueólogo, Prof. Catedrático Universidade Aberta), Luiz Oosterbeek (Pré-Historiador, Prof. Coordenador do Instituto Politécnico de Tomar), Luís Raposo (Arqueólogo, Vice-Presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses), João Caninas (Arqueólogo, Diretor da Emerita, Empresa Portuguesa de Arqueologia), Carlos Tavares da Silva (Arqueólogo, Diretor Centro Estudos Arqueológicos do Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal) e Luís Marques (Antropólogo, Presidente da Associação Portuguesa para a Salvaguarda do PCI).

 

 

 

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4 de julho, às 16h00
"Aves (ou Dinossáurios) do Plistocénico de Portugal" por Silvério Figueiredo

Terá lugar mais uma conferência enquadrada nas atividades do I Congresso Internacional "As aves na História Natural, na Pré-História e na História", organizado pelo Centro Português de Geo-História e Pré-História, que se realizam entre 23 a 27 de setembro de 2015 na Biblioteca Nacional.


Pode inscrever-se gratuitamente enviando um e-mail para cpgp@sapo.pt, indicando nome e e-mail. Pode igualmente solicitar mais informações sobre as conferências através dos números 960 211 418 ou 962 997 654.
 

 

 

 

cruzes

9 de julho a 9 de agosto
Exposição "António Adauta. XXV anos a artesanar"

O MNA apresenta uma exposição comemorativa do jubileu de prata de António Adauta.

António Adauta é um artesão que, enquanto estudante de engenharia em Coimbra, se apaixonou pela arte dos mosaicos romanos e se lembrou de adaptar os desenhos dos diversos mosaicos existentes nas ruínas de Conímbriga para Ponto de Arraiolos.

 

artesanar

Tem, desde então, frequentado inúmeras Feiras de Artesanato e realizou diversas exposições, tendo já passado apresentado mostras no Museu Monográfico de Conímbriga e na Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana, em Cascais. Foi recentemente distinguido, pelo seu quadro "Cruzes", com uma Menção Honrosa na Feira Internacional de Artesanato 2015, em Lisboa.

«
Pelas mãos de António Adauta reúnem-se dois mundos diferentes, que antes estavam separados: o mundo romano, manifestado nessa obra intemporal que é o mosaico romano, fruto do labor de oficinas que são para nós hoje desconhecidas senão pelas suas realizações, e o mundo mais moderno do ponto de Arraiolos, fruto de um labor também ele paciente, que conhecemos mais sensitivamente do que através da análise artística.

Mas estes mundos estão, para muitos – e corretamente – associados mentalmente, como manifestações privilegiadas da sensibilidade artística dos habitantes do nosso território ao longo dos tempos (e como elas talvez só também os azulejos).

As mãos de António Adauta reúnem assim dois mundos que, ainda que diferentes, são para nós um só: por isso as suas obras nos surpreendem pela sua naturalidade, por serem quase que esperadas, ainda que nos surpreendam por inéditas.
»
 

Testemunho de Virgílio Hipólito Correia, diretor do Museu Monográfico de Conímbriga, retirado do site do artesão.

 

 

 

992.66.1

11 de julho, às 15h30
Peça do Mês Comentada - Pinturas de Jean Pillement, na exposição "O Tempo Regastado ao Mar" por Jean-Yves Blot

Partindo do porto de Callao, perto de Lima (Peru), carregado com lingotes de cobre e ouro, mercadorias preciosas e prisioneiros incas, o navio espanhol San Pedro de Alcantara, que se dirigia a Cádis, depois de uma escala forçada de 4 meses, para reparações no Rio de Janeiro, naufraga, por erro de navegação, a 2 de fevereiro de 1786, junto ao rochedo da Papoa, em Peniche.

 

992.67.1

Devido às riquezas, e sobretudo aos 64 canhões  que transportava, uma operação para recuperação de salvados foi colocada em marcha, tendo-se recuperado a quase totalidade dos bens, com o trabalho de buzos (mergulhadores) em apneia.

São estes os dois momentos retratados nas pinturas de Jean Pillement, naufrágio e trabalhos de recuperação. Nesta sessão, que se pretende também de homenagem a Maria Luisa Pinheiro Blot, serão apresentados os momentos mais relevantes desta intervenção da arqueologia subaquática.

 

 

 

Dia 24 de julho, a partir das 15h00
Dia da Arqueologia

O MNA junta-se à celebração do Dia da Arqueologia com variadas atividades no âmbito da exposição "Quem nos Escreve Desde a Serra":

  • Visitas guiadas à exposição;
  • Ateliê "Cada estela, uma tela";
  • Jogo de memória;
  • Jogo de correspondências.

Serão ainda apresentadas experiências digitais relacionadas com esta exposição.

 

Não perca também...


15 de julho, às 18h00
Conferência Inopinada "Vestígios arqueológicos de escravos em Portugal"
Por Ana Margarida Dias, do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra.

31 de julho
Pedro Jóia e a Guitarra Portuguesa, no Salão Nobre
Concerto no âmbito da parceria entre o MNA e a Associação Welcome People & Arts. 

 

Extramuros

 

E1268

11 de julho, em Arcos de Valdevez
Guerreiro castrejo de Cendufe no núcleo museológico da Torre do Paço da Giela em Arcos de Valdevez

Por ocasião da celebração dos 500 anos do Foral de Valdevez, será inaugurado, a 11 de julho e após um projeto de reabilitação e valorização, um espaço museológico na torre medieval do Paço da Giela.

Fará parte do núcleo dedicado à Arqueologia, cedido pelo MNA a título de empréstimo, um fragmento de uma estátua de guerreiro galaico da Idade do Ferro, proveniente de Cendufe, freguesia do concelho de Arcos de Valvez, devido ao seu elevado interesse histórico e cultural.

 

Internacional

 

tschibinda

Exposição "Africa. La terra degli spiriti" no MUDEC - Museo delle Cultura, em Milão

Esta mostra, uma das primeiras do novo museu de Milão, conta com cerca de 270 peças, entre as quais se encontra “Tschibinda Ilunga”, a mais notável escultura Tchokwe das coleções etnográficas do MNA e uma das mais extraordinárias em Portugal, e tenta ilustrar como a arte ocidental foi, no último século, buscar influências à arte africana.
 
Ao longo de 7 salas pretende-se mostrar como esta arte, tida erradamente como primitiva, retrata não a realidade visível mas interpreta-a, de acordo com um conjunto complexo de crenças ligadas ao culto dos antepassados e outros rituais.

Comissariada por Ezio Bassani, Lorenz Homberger, Gigi Pezzoli e Claudia Zevi, estará exposta até ao dia 30 de agosto de 2015.

 

Para ver

 

Exposições permanentes

 

Tesouro

Tesouros da Arqueologia Portuguesa

Coleção de ourivesaria arcaica constituída por 1500 peças, das quais 600 se encontram expostas, fruto de aquisições e recolhas avulsas. Da coleção de joalharia antiga destaca-se um conjunto de ourivesaria pré-romana, um dos mais importantes em toda a Europa. Este conjunto contribui decisivamente para que o MNA seja o museu nacional com o maior número de bens classificados como “Bens de Interesse Nacional”.

 

Egito

Antiguidades Egípcias

Coleção constituída por mais de 500 peças das quais cerca de 300 se encontram expostas. O acervo é o maior de Portugal e foi reunido por José Leite de Vasconcelos e pela família real, tendo sido também importante as doações da família Palmela, Bustorff Silva e Barros e Sá. As peças expostas encontram-se distribuídas de acordo com um critério temático-cronológico desde a Pré-História à Época Copta, abrangendo um período de mais de 5000 anos.

 

Exposições temporárias

 

Religioes

Religiões da Lusitânia. Loquuntur Saxa

Retomando um tema e uma perspetiva de estudo muito cara a José Leite de Vasconcelos, apresenta-se esta exposição que convida a conhecer duas tradições religiosas, Hispania Aeterna e Roma Aeterna, que se mesclam por força da Pax Romana, e que foram estudadas de forma exaustiva pelo eminente investigador e fundador do museu, dando origem a uma importante obra cientifica e literária comemorada nesta mostra expositiva.

 

OTRM

O Tempo Resgatado ao Mar

Nesta exposição tenta-se tornar acessível um ambiente misterioso e inacessível para a grande maioria de pessoas, dando a conhecer os principais resultados da atividade arqueológica náutica e subaquática realizada em Portugal nos últimos trinta anos - as coleções e os seus contextos - e os indispensáveis e permanentes programas nacionais e internacionais de conservação e restauro dos acervos recolhidos.

 

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Arte Copta e do Oriente Cristão

Entre os séculos I e IV o cristianismo cresceu, apesar das perseguições, tendo-se implantado no Império Romano, em especial nas regiões orientais da Síria-Palestina e Egito, alcançando a Arménia e, mais tarde, a Etiópia.

Com o aumento do número de fiéis e uma melhor organização do clero, a religião cristã passou a ter uma arte própria que se patenteou na arquitetura, escultura, pintura e artes decorativas ligadas ao culto.

Esta exposição reúne cerca de 40 peças, oriundas de diferentes instituições portuguesas, testemunhos de várias proveniências e de diversas identidades culturais e religiosas.

 

Biblioteca e Arquivo Histórico do MNA
Em destaque

 

Historia verdadeira da princesa Magalona

Historia verdadeira da princesa Magalona, filha de El-rey de Napoles, e do nobre e valeroso cavalheiro Pierres, Pedro de Provença ... / imp. Antonio Alvarez Ribeiro. - Porto : Na Officina de Antonio Alvarez Ribeiro, 1793. - 40 p. : il. ; 21 cm. - Marcas de acção de insectos.

Literatura de Cordel
LC/Cx. 8 (BMNARQ) – 15191

A literatura de cordel é um género literário de ficção, em verso ou em prosa, de cariz popular, impresso em papel de má qualidade, em folhetos, geralmente expostos para venda pendurados em cordéis (barbante), o que deu origem ao nome "a cavalo num barbante", como escreveu Nicolau Tolentino. 

Originalmente os produtos raramente iam além de dois grandes fólios dobrados em quatro. Alguns folhetos são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usada nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. A circulação destes folhetos era feita através dos cegos mendicantes e vendidos a módicos preços o que permitia uma larga difusão.

As obras tanto podiam ser autos e farsas, historietas para serem contadas e cantadas, mas também contos de fundo fantástico, histórico ou moralizante, incluindo factos do quotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, farsa de costumes, etc., originais ou estrangeiros, de autores anónimos ou de grandes nomes literários, adaptados à imaginação e sensibilidade populares portuguesas.

Nos temas há uma predominância da “farsa de costumes” e do “auto de moralidade”, este com maior incidência no século XVI e XVII. O Professor José Oliveira Barata (1992), afirma que a literatura de cordel "assumia-se com uma crítica institucional, não no sentido de propor modelos alternativos, mas antes como denúncia paródica de certos clichés".

As suas histórias têm como ponto central uma problemática que deve ser resolvida com a inteligência e a astúcia do personagem. Há um herói que sofre por não conseguir ficar com o seu amor, que se pode dever a uma proibição dos pais, noivados arranjados, ou outras situações que impedem o casal de ficar junto. No final da história, o herói sai a ganhar, pois se não consegue o que queria, há outra forma de equilibrar a história e fazer com que seja favorecido de alguma forma.

Este tipo de literatura popular tem grande valor etnográfico, pois é um repositório abundante de modos, usos e costumes, trajos, locuções, etc. Como tal, Leite de Vasconcelos preocupa-se com a sua recolha e na obra de Campolide a Melrose (1915, p. 6) afirma "as obras de literatura de cordel vão rareando nos alfarrabistas e convém recolher o que ainda existe." Daí existirem na biblioteca do museu uma das maiores coleções de literatura e teatro de cordel existente em bibliotecas portuguesas, num total de 917 folhetos.

Ainda segundo Oliveira Barata a literatura de cordel possui duas características, por um lado "tanta variedade de títulos esconde uma real monotonia temática" e por outro, "não deixa o estudioso de se interrogar sobre o verdadeiro significado, sentido e alcance, de um persistente anonimato autoral, a par da constante indicação dos locais de impressão". Há no entanto de salientar terem sido divulgadas em folhetos de cordel, obras de autores notáveis, como Gil Vicente, Baltasar Dias, António José da Silva e outros.

Em voga desde o século XVI ao século XVIII, foi através deste meio cultural acessível às massas populares que se divulgaram temas comuns e antiquíssimos a várias literaturas como A História de Carlos Magno e os Doze Pares de França, A Formosa Teodora, A Princesa Magalona, A História de João Calais, A Tragédia do Marquês de Mântua, por exemplo. Muitos destes temas já conhecidos na Europa culta antes do século XVI, tornam-se conhecidos entre nós, a partir dos séculos XVI e XVII e atingem o seu período áureo no século XVIII. 

A Princesa Magalona é uma das mais tradicionais histórias do período medieval. Já era conhecida no início do século XIV, e praticamente existem versões e variações da mesma em todos os idiomas. Neste romance o amor vence todas as dificuldades. O Conde Pierre, campeão dos campeões em torneios de cavalaria, encontra na princesa Magalona sua companheira para a vida e porque se amam, vencem todas as dificuldades e viverão felizes. Este tema foi divulgado em verso por Baltasar Dias.

 

A Biblioteca está aberta de segunda a sexta, entre as 10h00 e as 17h00, encerrando aos fins de semana. O seu catálogo bibliográfico encontra-se disponível na página da rede de bibliotecas da DGPC e pode contactar o serviço através do endereço de e-mail biblioteca@mnarqueologia.dgpc.pt.

 

Aconteceu

 

Extramuros

 

contos

2.º Encontro Nacional de Contos Indígenas - Lugares Mágicos de Portugal. A arqueologia e o efabulário popular

Decorreu nos dias 5 e 6 de junho, no Alandroal, o 2.º Encontro Nacional de Contos Indígenas, iniciativa decorrente de uma parceria entre o MNA, a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) e a Câmara Municipal do Alandroal (CMA).

 

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Após o sucesso do 1.º Encontro, realizado em Vila Velha de Ródão, o tema deste ano versava sobre temáticas diversas remetendo-nos para a longa história do território português e que a arqueologia procura desvendar.

Tal como na primeira edição, a equipa do MNA foi coordenada por Luís Raposo, integrando ainda Mário Antas e Miguel Feio.

O variado programa proporcionou um encontro entre contadores e investigadores oriundos de várias zonas do país, para o qual muito contribuiu o apoio da DGLAB.

 

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Realizaram-se também workshops, nas quais os alunos do Clube de Arqueologia do Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa, os alunos de escolas do Alandroal e jovens leitores da biblioteca do Alandroal tiveram oportunidade de aprender a contar histórias com contadores profissionais. De realçar que esta iniciativa constitui-se como uma das principais ações da Rede Nacional de Clubes de Arqueologia.

 

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Teve também lugar o Festival de Contos Indígenas, com ampla participação da comunidade local do Alandroal e dos concelhos limítrofes. Refira-se ainda que o projecto EMEE também se associou a esta iniciativa que tem como principal objetivo promover um maior conhecimento das raízes culturais populares e proporcionar aos participantes um outro olhar sobre o seu Património.

A CMA organizou ainda uma visita guiada ao sítio arqueológico da Rocha da Mina, local icónico, ligado a muitas lendas locais.

A organização da 3.ª edição deste Festival está já a ser preparada, pretendendo-se que Guimarães seja o novo palco, dando assim expressão ao carácter nacional do mesmo e à missão do MNA, em termos de educação patrimonial.

 

No MNA

 

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Inauguração da exposição "Arte Copta e do Oriente Cristão"

Foi inaugurado no passado dia 19 de junho, a exposição temporária "Arte Copta e do Oriente Cristão", no âmbito das Jornadas de Estudos Coptas e do Oriente Cristão, e que estará exposta até 6 de setembro.

 

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Na cerimónia de abertura estiveram presentes, além do diretor do MNA, António Carvalho, o diretor-geral do Património Cultural, Doutor Nuno Vassallo e Silva, o diretor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, Professor Doutor João Lourenço, que usaram da palavra a propósito do inédito evento que foi a inauguração de uma mostra deste género em Portugal.

 

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A cerimónia contou também com a presença do embaixador da República Árabe do Egito, Dr. Ali Elashiry, do presidente da Lusitânia Seguros, mecenas institucional da Direção-Geral do Património Cultural, Dr. Fernando Nogueira, do director do Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Professor Doutor Hermenegildo Fernandes, do diretor do Museu Nacional de Arte Antiga, Professor Doutor António Filipe Pimentel, do diretor do Palácio Nacional da Ajuda e presidente do ICOM-PT, Dr. José Alberto Ribeiro, e ainda do conservador do Museu Calouste Gulbenkian, Dr. Jorge Rodrigues, na circunstância representando a diretora daquele Museu, Dra. Maria Rosa Figueiredo. Esteve ainda presente o Professor Doutor Adel Sidarus, da Universidade de Évora e membro da Association Francophone de Coptologie.

 

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Coincidindo com a inauguração da exposição, que exibe objetos evocativos do cristianismo copta, etíope, arménio e moçárabe, foi lançado o respetivo catálogo, tendo-se seguido uma conferência subordinada ao tema "Reflexos da arte egípcia na iconografia copta", a cargo do comissário científico Luís Manuel de Araújo.

Pode ler mais aqui.

 

 

 




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